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São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Seu Cão Levanta a Pata para Fazer Xixi?
Bandeja Sanitária Pipi Dolly’s fez tanto sucesso que chegou até a nos surpreender. Nós não tínhamos dúvidas quanto a qualidade e funcionalidade deste produto, nem que os peludinhos iriam se adaptar tão facilmente, mas foi uma surpresa agradável ver como as pessoas se interessaram tão rápido pela bandeja e como ela passou a ser recomendada por quem já a tem.
Uma questão, no entanto estava, vamos dizer, pendente: E o machinhos que levantam a patinha para fazer xixi?
Não tem problema. A Pipi Dolly's lançou, e a BitCão traz até você, um acessório indispensável para quem tem um peludo macho em casa e que quer desfrutar de todas as vantagens da Bandeja Sanitária Pipi Dolly’s.
O acessório hidrante é feito de um material plástico, o que o torna facílimo de limpar – basta passar um pano úmido ou colocá-lo debaixo da água corrente por alguns minutos. Além disso, o acessório hidrante encaixa perfeitamente na bandeja, não deixando o xixi escorrer nas paredes, nem no chão. O encaixe é simples e não precisa de cola, parafusos, ou qualquer outro artifício para mantê-lo no lugar.
Basta encostar a Bandeja Sanitária Pipi Dolly’s com o Acessório Hidrante acoplado na parede onde seu cachorrinho costuma fazer xixi e deixar ele levantar a perninha sem preocupação. O xixi escorre pelo acessório e é recolhido pela bandeja, através de uma calha, sendo absorvido pelo papel higiênico que acompanha a bandeja. O seu peludo vai deixar a casa limpinha e ainda sair com as patas secas, pois a grade que fica em cima da bandeja não vai deixar ele sujar as patas.
Se você já tem a bandeja sanitária Pipi Dolly’s basta comprar o Acessório para Machos e encaixá-lo na bandeja. Se você ainda não tem a Bandeja Sanitária Pipi Dolly’s poderá comprá-la com o Acessório para Machos por um preço promocional. Basta escolher o Conjunto Sanitário para Machos Pipi Dolly's.
Fácil, prático, simples e higiênico. O que mais você poderia querer? Já sei, você quer saber por que os machos levantam a patinha, não é? Pois bem, aí vai a explicação.
Os filhotes, tanto machos quanto fêmeas fazem o xixi agachadinhos, e isso é normal. Por volta dos 6, 7 meses de idade, ou mesmo mais tarde, os machos começam a levantar a patinha para fazer xixi nas árvores, nos postes, nos sofás....
Isso é sinal de que ele está entrando na puberdade (mais ou menos a mesma época que a maioria das fêmeas tem o seu primeiro cio), e que os hormônios masculinos estão começando a atuar no comportamento do peludo.
Se antes ele era muito educado e só fazia xixi e cocô no jornal, você pode começar a ter alguns probleminhas, como um xixi no pé do sofá, na geladeira, máquina de lavar, etc.
Os donos costumam ficar desesperados nesta hora, e acham que o filhote está fazendo xixi fora do lugar por pura birra e revanchismo, mas isso não é verdade.
A sábia Mãe Natureza dá sempre o seu jeitinho de ajudar os machos e fêmeas se encontrarem e se comunicarem com a própria espécie. O xixi também é usado como uma ferramenta de comunicação e é usado, principalmente para o macho marcar seu território (que na natureza é importante para garantir uma área de caça suficiente para manter a matilha saudável e segura), e para deixar recado para as fêmeas das redondezas que tem um novo machão disponível no pedaço, disposto a acasalar e deixar filhotes no mundo.
Fazer xixi o mais alto possível é importante para deixar um recado de que um cachorrão está na área, cobrindo inclusive o xixi dos cachorros mais baixinhos.
Você já viu um vídeo engraçado onde um pequeno chiuhuahua faz xixi se apoiando apenas nas patas dianteiras para poder fazer seu xixi parecer mais alto do que de um pastor alemão? É exatamente para tentar parecer grandão que ele faz seu xixi de uma maneira tão esquisita.
Como podemos ver, o cão não está fazendo nada de errado quando levanta a perninha para fazer xixi, ele apenas está atendendo a um instinto mais forte que ele, que está diretamente ligado à sobrevivência da espécie e da matilha deste cão.
Alguns machos são tão submissos aos seus donos que nunca levantam a pata para fazer xixi, principalmente dentro de casa, mas estes casos são mais raros, assim como existem fêmeas que levantam a pata para fazer xixi também (é o caso da minha Rottweiler e da minha Border Collie) e estas fêmeas são dominantes e marcam território como os machos fazem.
Dicas para melhorar o problema do seu cachorro fazendo xixi pela casa:
• Usar o Conjunto Sanitário Pipi Dolly's e dar um pedacinho de Petisco Bifinho toda vez que ele fizer xixi no lugar certo. Ter um lugar onde ele pode fazer xixi sem ter medo de ser repreendido e ainda ganhar uma recompensa quando faz xixi lá ajuda muito os cães a se aterem a um único lugar para levantar a pata. E você já notou que os peludos adoram fazer xixi na roda dos carros, nos cones de obra, e nos sacos de lixo que ficam na rua? O material doAcessório para Machos também tem este atrativo extra, facilitando ainda mais a adaptação do peludo.
• Levar o peludo para passear todos os dias e em horários regulares. Cães que não passeiam regularmente na rua tendem a fazer muito mais xixi pela casa, pois a casa é o único território que eles conhecem. Passear faz bem para a saúde física e mental dos nossos bichos e faz também com que ele “expanda” seu território, deixando para fazer a marcação na rua e não em casa.
• Usar o Eliminador de Odores Enzimac ou Enzilimp para limpar realmente o local onde o cachorrão tem deixado a sua pipissinatura, apagando qualquer cheirinho indevido e complementar com o uso do Repelente Repell Pet, o repelente que vai tornar este local impróprio bem menos atraente.
• Castração. Eu sei, eu sei! Muita gente nem gosta de ouvir falar neste assunto – por puro pré-conceito, diga-se de passagem – mas é preciso dizer que a castração é um método bastante eficaz de diminuir ou mesmo cessar a marcação de território dos machinhos, já que ele não terá mais o estímulo hormonal para querer avisar as fêmeas de que ele quer cruzar.
• Não se esqueça conversar com o seu veterinário se o seu cachorro for velhinho (eles também sofrem de incontinência urinária, problemas de próstata, e de senilidade mental), ou se o seu cão começar a fazer gotinhas de xixi em todo canto de uma hora para a outra. Existe uma série de probleminhas urinários que precisam ser diagnosticados e tratados corretamente. Nestas horas, só nossos veterinários poderão dar a palavra final.
Se você precisar de dicas mais detalhadas de como educar o seu cão a fazer xixi ou cocô no lugar certo, leia o nosso Manual do Cachorro que vai lhe ajudar muito a entender ainda melhor como a cabeça dos nossos peludos funciona.

fonte:http://www.bitcao.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Volkswagen Jetta 2.0T - Cachorro falante (Comercial de lançamento de 201...

Algumas pessoas tem duvidas sobre quem sãos os Bulldogs Francês, confundem com o Pug e outras raças então resolvi por esse dois videos que foi muito divulgado na tv, e a maioria das pessoas viram sem saber a raça, pois agora está ai esses são os grandiosos Bulldog Francês.

Novo comercial PEDIGREE®

Algumas pessoas tem duvidas sobre quem sãos Bulldogs Francês, confundem com o Pug e outras raças então resolvi por esse dois videos que foi muito divulgado na tv, e a maioria das pessoas viram sem saber a raça, pois agora está ai esses são os grandiosos Bulldog Francês.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Amigos estou com um lindo filhote de Bulldog Francês na cor fulvo ele está com 4 meses, já está com as vacinas em dia, possui o pedigree e carteira de vacina em mãos, ótima linhagem de sangue
Para tirar qualquer tipo de duvida entre em contato pelo email: safemibulldogs@gmail.com ou pelo celular 11 - 986906245 tim ou 11- 962797696 oi

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CEGUEIRA SÚBITA EM CÃES


CEGUEIRA SÚBITA EM CÃES


3Texto baseado no artigo ”Enviromental Factors and Signs og Hipercortisolism Associated with Sudden Acquired Retinal Disorders” LEVIN,C.D. Journal of the American Holistic Veterinary Medicine Association. Jan-march 2006. P.10-13.
Não é raro acontecer com cães domésticos a instalação de uma cegueira súbita, que lhes causa confusão, depressão, e nesse momento é necessário dar um suporte extra de carinho e paciência para que eles consigam adaptar-se a esta nova condição.
Chamada de SARD – Sudden Acquired Retinal Degeneration, acomete cães com sinais característicos de Hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing): ganho crescente de peso, depressão, letargia.Porém, muito frequentemente,os exames não confirmam a doença.
Supõe-se que o estress e algum fator ambiental concorrem para afetar os mecanismos hipotalâmicos, desequilibrando o metabolismo nornal.
Há ainda evidências que os cães afetados com SARD apresentam elevadas taxas de estradiol. O hiperestrogenismo produz sintomas similares ao hiperadrenocorticismo, podendo incluir alteração de comportamento, convulsões, hiperpigmentação, ganho de peso, hipertensão, além de disfunção hepática e da tireoide e liberação esporádica de histamina (com surtos de prurido e urticárias).
Alguns experimentos apontam que animais submetidos a excessivas doses de vacinas, sob tratamentos constantes com produtos para controle de pulgas e carrapatos (inseticidas), dieta com excesso de grãos (onde há muitos que são trangênicos, e recebem altíssimas doses de agrotóxicos) são mais propensosa esta e outras enfermidades.
Neste caso, como tudo em Saúde, a prevenção é o melhor remédio,, e desde o início, deve-se ter parcimônia no tratamento dos animais de estimação, evitando excesso de medicamentos, preferindo as terapias naturais, e equilibrando a alimentação com alimentos frescos , não condimentados. Evitar os organofosforados no controle de ectoparasitas, assim como situações estressantes, que possam interferir no bem estar dos animais de estimação, assim como hábitos sedentários.
Fonte:http://bichosonline.vet.br

Sara (síndrome da angustia respiratória aguda)


QUANDO SEU CÃO NÃO CONSEGUE RESPIRAR : SARA – SÍNDROME DA ANGÚSTIA RESPIRATÓRIA AGUDA


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SARA – Síndrome de angústia respiratória aguda, é uma condição grave, onde ocorre falha respiratória súbita, devido ao acúmulo de fluidos e grande inflamação nos pulmões.
As causas são: pneumonia; intoxicação (organofosforados utilizados contra carrapatos/pulgas, diltiazen, opióides etc); quase afogamento; aspiração de conteúdo por falsa via; infecções graves dos pulmões ou septicêmicas como a leptospirose; babesiose. Pancreatite aguda, entre outras.
Seus sintomas são: esforços extremos para respirar; tosse; presença de secreções nas narinas, cianose (mucosas azuladas ou arroxeadas), inquietude, expressão de sofrimento. Deixei  acima um link demonstrando a angústia do animal. Os mais propensos são os braquicefálicos, isto é, os que tem focinho curto, mas pode acontecer com qualquer cão ou gato doméstico.
Ocorre tosse exsudativa  entre 12 a 73 horas após a causa precipitante, onde se inicia intensa liberação de mediadores inflamatórios, que aumenta a permeabilidade alvéolo capilar (no interstício pulmonar), levando ao extravasamento de líquido proteico (proveniente do quadro inflamatório) no instertício e alvéolos.
Este infiltrado ultrapassa a capacidade de drenagem dos vasos linfáticos que ficam repletos de exsudatos ao redor dos bronquíolos, comprimindo-os e aumentando a resistência das vias aéreas.
Inicia-se um processo inflamatório nos pulmões, e os macrófagos ativados levam à liberação de enzimas proteolíticas, peróxido de hidrogênio (radical livre, altamente tóxico) e citocinas inflamatórias. Estas citocinas promovem quimiotaxia, isto é, ampliam a resposta inflamatória com liberação de linfócitos e fibroblastos, e ocorre ainda vasodilatação, permitindo a saída dos vasos de mais líquido no tecido pulmonar.
O quadro progride para um edema agudo de pulmão,o que leva à hipóxia, liberação da resposta plaquetária ( contirbuindo para formação de trombos e êmbolos)com risco de morte.
A fase proliferativa inicia-se a partir do 3º dia da evolução do quadro e dura em média duas semanas. Os fatores inflamatórios liberam fibroblastos e colágeno numa resposta secundária à agressão. Esse processo leva ao estreitamento e colapso alveolar, inativação do surfactante e leva à fibrose pulmonar.
Fase fibrolítica
A partir da segunda semana de evolução do quadro, o paciente recupera-se ou pode haver instalação de fibrose severa de difícil reversão. O paciente apresenta taquipnéia, dispneia, cianose, tosse, infecção secundária.  À ausculta observa-se roncos, estertores úmidos, crepitações e sibilos.
Animais com este quadro precisam de internação, oxigenoterapia e medicação imediata para evitar a progressão do quadro. Caso ocorram estes sintomas leve seu animal a um local com estas possibilidades, que tenha UTI e internação 24 horas, para que o tratamento seja rápido, eficaz, garantindo o pronto restabelecimento. Posteriormente, devem ser evitadas as causas predisponentes, e em muitas ocorrências, o animal precisa de atenção em relação a algumas sequelas.
Fontes bibliográficas
Fontes:http://bichosonline.vet.br

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

TOSSE DE CANIS


Entenda a Tosse dos Canis

Seu cão apresenta sinais como tosse, espirros, febre e falta de apetite? Cuidado! Ele pode estar com Tosse dos Canis. 
A tosse dos canis é causada principalmente por três agentes infecciosos, uma bactéria de nome Bordetella bronchiseptica e dois vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo de forma isolada ou em combinação.

Uma coisa importante a ser observada é que a Bordetella bronchiseptica pode acometer humanos, sendo por isso considerada uma zoonose. Então, cuidado você também!

Sintomas
Normalmente nos cães acometidos pela gripe, os principais sintomas observados são acessos de uma tosse seca, continua, parecendo que o animal está engasgado, às vezes expectorando um tipo de espuma branca.
Essa tosse costuma piorar com exercícios físicos ou agitação. A doença pode gerar broncopneumonia, que dá apatia, febre, corrimento nasal e perda de apetite.
Em casos mais graves seu cão pode apresentar secreção nos olhos, coriza, falta de apetite e febre.
Nos filhotes e nos animais mais debilitados o quadro pode evoluir para situações mais complicadas, como pneumonia, por exemplo. E, você sabe, em animais ou seres humanos, a pneumonia, se não for bem tratada, pode causar a morte!
Contágio
Altamente contagiosa, animais sadios em contato com animais doentes podem desenvolver a doença dada a exposição a tosse ou espirros dos animais infectados.
É daí que surge a denominação tosse dos canis, pois a doença torna-se comum onde vários cães são confinados juntos, como canis, petshops e lojas de animais.
Ela pode aparecer em qualquer época do ano, porém há uma maior predisposição nos meses frios. Por isso os cuidados nesse período devem ser redobrados.
Tratamento
Procure seu veterinário imediatamente se suspeitar da doença. Ele poderá dizer qual é o agente causador e qual é o tratamento que o cão deverá ter.
Em muitos casos, isso consiste no uso de antibióticos, xaropes para alívio da tosse, antiinflamatórios e, muito importante, confinamento do animal, evitando que ele fique exposto ao frio, vento e umidade.
Normalmente, se na casa de um cão infectado há outros cães, estes também desenvolverão a doença. Por isso, é bom levar todos os animais ao veterinário.
Prevenção
A prevenção da gripe dos canis se faz através da vacinação. Além da vacina anti-rábica e da vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza), todos os cachorros devem receber uma dose da vacina contra a tosse dos canis a partir dos dois meses de vida, com reforço anual.

É importante salientar que nem sempre o cão que apresenta o sintoma de tosse seca está com a gripe canina.

Muitas vezes este sintoma também ocorre em animais cardiopatas (animal com problemas cardíacos), particularmente nos animais idosos. Por isso, sempre é importante levar o animal em seu veterinário de confiança, para que o diagnóstico seja correto.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


GLÂNDULAS ANAIS: PREVENIR E TRATAR PROBLEMAS



Glândulas Anais: Prevenir e tratar problemas
Não é um assunto que seja agradável de ler, nem que interesse a muitos donos, a não ser quando as glândulas anais começam a dar problemas nos cães.

As glândulas anais são, tal como nome indica, dois pequenos sacos que se encontram junto ao ânus do cão, um de cada lado.

Estes sacos armazenam um fluído com um cheiro muito intenso que os cães utilizam para marcar território. De facto, o líquido que se encontra nestas glândulas contém feronomas que quando cheiradas dão aos cães muita informação bioquímica sobre o animal em causa e são por isso uma espécie de Bilhete de Identidade dos animais. Se estiver atento quando apresenta o seu cão a outro, pode reparar que os cães procuram sempre esta zona para cheirar. Geralmente o cão que está a ser “investigado” coloca a cauda em riste, o que faz uma ligeira pressão sobre as glândulas anais que permite libertar algum fluído para o outro cheirar. É claro que para os humanos o cheiro passa despercebido, pois apesar de o cheiro ser intenso, a quantidade libertada é mínima. Os cães conseguem captar o cheiro, porque têm um olfacto muito mais desenvolvido.


Assim, quando tudo funciona bem, os donos não dão pela existência destas glândulas. Mas quando surge algum problema e os fluídos acumulam-se, o mau cheiro torna-se difícil de ignorar.

As glândulas anais são esvaziadas naturalmente quando o cão defeca. A pressão das fezes faz com que uma pequena parte do fluído seja libertado de cada vez. Muitos cães vivem sem nunca ter tido qualquer problema com as glândulas anais, mas outros, podem não conseguir esvaziar naturalmente os sacos e por isso desenvolver complicações ao nível da saúde.

Problemas nas glândulas anais


A acumulação dos fluídos torna-os mais espessos e por isso incómodos. O facto de não haver renovação do líquido, torna-o também ideal para o desenvolvimento de bactérias que podem dar origem a infecções e abcessos, ou seja ao inchado da glândula anal. Nos casos mais graves, pode-se desenvolver uma fístula que vai drenar o pus.

Causas


As causa para a acumulação dos fluídos são várias e pode depender de questões ambientais, outros problemas de saúde ou má localização das próprias glândulas.

Fezes moles ao serem expelidas não vão exercer pressão suficiente para esvaziar as glândulas. As fezes moles podem ter muitas causas, desde uma ração de pouca qualidade, a parasitas internos, antibióticos, etc.

O enfraquecimento dos músculos que exercem pressão sobre as glândulas também pode ser outro problema. Animais obesos ou idosos podem naturalmente perder força nos músculos.

O esvaziamento regular e não necessário das glândulas anais por parte de groomers ou veterinários pode levar à lesão das glândulas, que ficam dependentes deste procedimento.

A obstrução do canal por onde o líquido é expelido, causando a acumulação de fluído, pode ser causado por infecções no sistema gastrointestinal ou urinário. Os cães com alergias também estão mais predispostos a ter problemas nas glândulas anais.

Mau posicionamento das glândulas anais, que se encontram mais no interior do ânus e por isso a pressão das fezes não é suficiente para as esvaziar. Este problema surge geralmente nos cães de porte pequeno.

Assim, exceptuando neste último caso, a incapacidade de esvaziar as glândulas anais deve-se a outros problemas. Torna-se por isso mais importante consultar o veterinário para saber se o problema nas glândulas anais não está a mascarar outra situação.

Sintomas


Os problemas nas glândulas anais são bastante incomodativos para os cães, pois causam um prurido, ou comichão, intenso. Quando os cães têm dificuldade em esvaziar as glândulas anais é comum arrastarem a zona traseira pelo chão, procurando assim minorar o desconforto. Podem também tentar coçar a zona com a boca, mordendo ou lambendo. Por vezes alguns cães mantém a cauda entre as pernas. Para os donos, o mais incomodativo é o cheiro desagradável e intenso.

As glândulas anais inchadas são fáceis de detectar à vista desarmada, pois a zona junto ao ânus do animal fica vermelha e saliente.

Tratamento


Quando a acumulação de líquido não é excessiva, é possível esvaziar manualmente as glândulas de forma rápida e fácil. Para isso basta exercer pressão com os dedos sobre cada saco de cada vez. Isto pode ser feito interna ou externamente. O veterinário ou mesmo um groomer, profissional no banho e corte de pêlo dos cães, podem-lhe explicar o procedimento. Ao esvaziar as glândulas é expelido um líquido visível que marca o fim do procedimento.

Os cães sem problemas nas glândulas anais não devem ser sujeito ao esvaziamento por rotina. Faça check-ups frequentes para verificar se as glândulas do animal não estão inchadas e só esvazie manualmente quando necessário. O esvaziamento por rotina pode causar pequenas lesões que tornam o cão incapaz de esvaziar naturalmente os sacos.

Nos casos em que os animais não conseguem esvaziar naturalmente as glândulas, estas devem ser esvaziadas periodicamente pelo dono, caso tenha aprendido o procedimento, ou por um profissional. O esvaziamento das glândulas é um procedimento que não causa qualquer desconforto ao animal, desde que a acumulação do fluído não seja excessiva.

Se a acumulação do fluído for excessiva, a consistência do líquido altera-se, tornando-se mais espesso e é mais difícil fazer expelir a substância. Deve por isso ir ao veterinário para que este analise o caso. Se ocorrer uma infecção, pode ser necessário a prescrição de antibióticos.

O esvaziamento manual das glândulas anais só se aplica quando o problema é o mau posicionamento das mesmas. Se o que estiver a causar a acumulação de fluído forem fezes moles, problemas no sistema gastrointestinal ou urinário, alergias, entre outros, a resolução passa por tratar estes problemas, visto que não existe qualquer problema no esvaziamento das glândulas per si.

A periodicidade com que tem de ser feito o esvaziamento das glândulas anais varia bastante de animal para animal. Em alguns cães, o esvaziamento tem de ser feito com poucas semanas de intervalo, noutros podemos falar em meses.

Apesar de tudo, os donos devem ter noção de que o problema tem tratamento, que mesmo que seja frequente, é rápido e eficaz.

Em casos extremos, é possível remover cirurgicamente as glândulas anais, mas este procedimento só é aconselhado nos casos em que o esvaziamento regular da glândulas não é solução. Existem várias complicações que podem surgir, sendo uma delas a incontinência temporária ou permanente. 
Fonte: ARCADENOE.SAPO.PT