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São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

segunda-feira, 13 de agosto de 2012


Motorista é demitido por maus-tratos a cão
13 de agosto de 2012 às 19:20


Marcela Barbosa e o cachorro Francisco, que resgatou e adotou
 (Foto: Alessandro Rosman/AAN)

O atropelamento de um cão no Jardim Santa Rosa, para a surpresa da professora da rede municipal de ensino Marcela Rodrigues Barbosa, que socorreu o animal ferido e denunciou o descaso do motorista pelo 156, acabou na demissão do funcionário pela empresa Itajaí. Segundo a professora, que após assistir à cena entrou em estado de choque e precisou ser sedada em um posto de saúde local, o motorista tirou o animal debaixo do ônibus aos pontapés e o chutou até a calçada, por onde Marcela passava a caminho da Escola Municipal Dr. Edson Luiz Chaves, seu local de trabalho. “Alguns homens de uma oficina gritaram e xingaram o motorista, que simplesmente entrou no ônibus e foi embora”, disse.

A resposta do 156 sobre a denúncia feita no dia 5 de julho demorou 22 dias, e chegou no dia 27, bem na data do aniversário da professora. Atendendo à solicitação, a chefe do Departamento de Operações de Terminais e Estação de Transferência, Paula Cezar Marin, informa que a empresa Itajaí tomou ciência do fato e, em virtude de outros fatos ocorridos com o mesmo condutor, a decisão foi a dispensa. O nome do motorista não foi revelado.

O atropelamento aconteceu enquanto o condutor deixava o ponto de ônibus na Rua Ademar Manrini, no Santa Rosa, o que para ela indica que o homem teria visto o cachorro. No dia do atropelamento, o cão, batizado por Marcela de Francisco, passou por uma cirurgia e teve a perna dianteira amputada. Dois dias após a cirurgia, o local da amputação inflamou e Francisco foi novamente hospitalizado. Desta vez foram dez dias de internação em uma clínica veterinária de Barão Geraldo, cujos donos, sensibilizados com o drama do animal, reduziram parte das despesas. A recuperação do animal foi surpreendente. Assim que teve alta, Francisco foi morar na casa da professora, onde vivem também duas cadelinhas — Princesa e Paçoca — e uma gatinha chamada Preta. A professora tentou descobrir o paradeiro dos possíveis donos pelo Santa Rosa, mas ninguém apareceu.

De acordo com Flávio Lamas, presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, a legislação não impõe nenhuma punição para motoristas que atropelam animais, o que para ele deveria ser modificado. Atualmente, 17 mil cães vivem nas ruas da cidade

Moradora pede ajuda para cão ou cadela que vive na rua, em Carapicuíba (SP)
13 de agosto de 2012 às 19:40

Denise
denise.navarini@todo.com.br







Foto: Divulgação

Não consegui ver se é macho ou fêmea, mas está bem sujinho, com um machucado feio na orelha direita e parece ter sarna, pois se coça muito. Da cabeça até a metade do corpo está com pelo mais curto, da metade para baixo está bem embolado. Estava faminto e com sede, comeu bastante.

Ele estava com medo, mal consegui fazer um carinho em sua cabeça. Parece ser filhote, até onde consegui ver, tem os dentes branquinhos e olhinhos de criança. Não tenho condições de levá-lo a clínica nem de arcar com os custos. Tentei colocá-lo em meu salão (que não é o lugar mais adequado, pois é todo fechado), até que alguém pudesse resgatar, mas ele desceu a rua; eu fui atrás e fiz de tudo para que me seguisse, mas não deu certo. Ele é muito medroso.

Acredito que ele volte mais tarde. Se alguém puder fazer alguma coisa e colocar ele para adoção será maravilhoso. Tenho receio que seja atropelado, pois ele anda a meio fio da rua; quando fui atrás dele, por pouco o carro não o pegou, levei um susto.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

CADELA DA CRIA A 15 FILHOTES


30 de julho de 2012 às 20:00


Foto: AVA (Associação Vida Animal)
A vira-lata Gaúcha surpreendeu muita gente na última sexta-feira à noite (27) ao parir 15 filhotes. A cadela, de porte médio, vivia na rua e foi adotada por uma moradora de Cravinhos e não conseguiu ter os filhotes sozinha, por isso precisou passar por uma Cesária na AVA (Associação Vida Animal) de Ribeirão Preto.
A veterinária Carolina Curi Lobate, que fez a cesária de Gaúcha, diz que é raro uma cadela do porte dela ter mais de oito a dez filhotes, que é o comum.
“Era um animal que vivia na rua, por isso a saúde dela não era das melhores, mesmo assim ela teve os 15 filhotes que nasceram saudáveis”, explica Carolina.
Segundo a veterinária, o porte do pai, também vira-lata, é grande e contribuiu para o maior número de filhotes. Além disso, como Gaúcha estava muito grande, se ela estivesse na rua não tinha dado conta de parir os cachorrinhos.
“Isso acontece porque as pessoas que cuidam desses animais não entendem a necessidade de castrá-los. Os filhotes serão todos doados em uma feira realizada pela AVA em outubro, todos eles castrados”, afirma Carolina.
De acordo com a veterinária, a cuidadora de Gaúcha vai precisar fazer um revezamento para os filhotes mamarem.
“A orientação é que coloque primeiro metade da ninhada, esperar que os filhotes durmam, deixar a mãe descansar por um tempo e colocar o restante para mamar”, explica Carolina.
Para dar conta de alimentar todos os cachorrinhos, a orientação é que Gaúcha tenha a alimentação reforçada com ração de filhote de qualidade. Caso a mãe não dê conta de alimentar todos os filhotes, a veterinária diz que pode ser necessário entrar com o pet milk em pó, especial para cães e gatos.

Foto: AVA (Associação Vida Animal)

Fonte: A Cidade

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pulgas e carrapatos: atenção e simplicidade previnem e combatem


Dicas

Pulgas e carrapatos: atenção e simplicidade previnem e combatem

25 de julho de 2012 

Por Natália Prieto
Coceira, lesões na pele, feridas e falha na pelagem são apenas uma das características mais comuns para detectar se o animal está com pulgas ou carrapatos. Esses parasitas podem ser encontrados, em sua maior parte, no ambiente em que vivemos. Por este motivo, além do banho e tosa, outras medidas simples podem ser tomadas para ajudar nossos amigos.
Em primeiro lugar, é importante entender como funciona o ciclo de reprodução de ambos e quais as diferenças entre eles. Pulgas e carrapatos se alimentam do sangue do animal e são extremamente resistentes, mas o carrapato é mais forte e nocivo aos animais. A reprodução dos parasitas é muito acelerada e o processo de evolução e contaminação no ambiente se dá por ovos ou larvas de pulgas; ou ovos, larvas ou ninfas de carrapato.
Além de incômodos e causadores de sérias irritações, eles podem desenvolver críticos quadros de infestações que causam anemia, principalmente a filhotes, além de levar muitos outros bichos ao óbito. Alojando-se em carpetes, pisos, paredes, cobertores, vegetação, móveis e canis, os parasitas sobrevivem durante meses no ambiente, por isso a grande necessidade de cuidar não só do animal, mas do local onde todos convivem.
Segundo a médica veterinária, Adriana Greif, essas medidas simples são fundamentais para o combate e controle da saúde do animal. “Diversos inseticidas são lançados anualmente na tentativa de controlar o crescimento dessas populações indesejadas, mas além do controle químico, há necessidade de manejo ambiental, como limpeza rigorosa (sobretudo com aspiração) de tapetes, sofás e cama de animais domésticos; uso de sprays inseticidas também no ambiente; manutenção da grama baixa, além de verificar a inexistência ou tratar animais que vão adentrar em recinto controlado”.
Métodos naturais também se tornaram opção no combate às pulgas e carrapatos, mostrando-se eficientes não só em animais, como também nos seres humanos. “Além dos inseticidas, há produtos “naturais” como a erva-de-santa-maria que, usados em conjunto com outras medidas, possuem certo valor no tratamento desses parasitas, assim como o uso de álcool e outros produtos químicos comumente usados na limpeza do lar”, revela Adriana.
Cuide não só do seu grande amigo, mas do ambiente onde você e sua família vivem, incluindo roupas e plantas. Cães, gatos e humanos estão seriamente expostos a doenças e vermes causadores de muitos danos à saúde. O momento de levar o bichinho para passear também é crucial para a contaminação.

Exemplo de solidariedade


Exemplo de solidariedade

Brasileira luta pelo direito à vida de animais idosos e deficientes em Miami

25 de julho de 2012

Gisela tem mais de 100 animais, entre gatos e cachorros, no momento. Ao todo, ela já resgatou aproximadamente 400 (Foto: Reprodução)
Um dia típico de Gisela Tacao começa geralmente com um telefonema, ou uma mensagem de texto com a imagem de um cão que tem poucos minutos para ser colocado em eutanásia no Miami Animal Services. Quem envia são amigos de Gisela, que trabalham lá, por saberem que ela tem o “coração mole”, dizendo se tratar de um cão que talvez ela se interesse em salvar. Ela coloca a foto no site de mídia social, Facebook, e tenta arrumar alguém para a adoção. Muitas vezes, se ninguém adota, ela mesma busca para que ele fique no Gigi’s Rescue, até arrumar um lar.
“Tem cada história que aparece no Animal Services. Já ouvi casos em que o cachorro tinha pulga e os tutores levaram dizendo que queriam colocá-lo para dormir”, conta Gisela. “Minha prioridade é, a princípio, ficar com os velhinhos e doentes, que ninguém quer, mas se vejo casos de injustiça assim, abro uma exceção”.
Gisela é voluntária em um animal shelter (abrigo para animais sem tutor) e explica que Miami tem um grande problema pelo fato de pessoas não castrarem seus animais. Muitas vezes, eles se deparam com cães ferozes, que foram criados para brigar, ou mesmo casos em que chegam queimados. “Muitos cubanos aplicam creolina pura, tentando matar as pulgas dos animais”, conta, informando que isso não só não acaba com a infestação, como cria queimaduras terríveis nos animais. “O problema sempre vem da pessoa que cria, ou pelo fato de o cachorro estar no lar errado”.
Embora varie de caso a caso, muitos shelters fazem eutanásia em animais que sejam deficientes, muito velhos, muito agressivos ou outros casos específicos. Gisela, no entanto, vive para salvar essas vidas. “O animal te faz companhia a vida inteira, daí quando ele fica doente ou velhinho, você quer colocá-lo para dormir?”
Gisela não fez as contas recentemente, mas sabe que tem mais de 100 animais, entre gatos e cachorros, no momento. Ao todo, ela já resgatou cerca de 400. Hoje, ela tem aproximadamente 20 animais cegos, dois sem olhos, uns 15 com um olho só, três ou quatro com epilepsia, cachorros e gatos de apenas três patas, entre outros. Além dos inúmeros idosos sem dentes, que só podem comer comida mole – o que custa mais caro. “Há muitos casos, em Hialeah, em que idosas cubanas, que deram comida de gente a vida toda para o cachorro, morrem, deixando-o sem tutor. Eles ficam com a boca cheia de tártaro e perdem os dentes, ficando mais propensos a doenças”, explica. “É comum eu tirar um do shelter e ele passar apenas duas semanas comigo e morrer. Mas morre feliz, com amor e em um ambiente melhor do que o do shelter”. Todos os animais são castrados e vacinados.
Gigi’s Rescue
Foto: Reprodução
Gisela, de 38 anos, é natural do Rio de Janeiro e vive em Miami há 17 anos. Ela já trabalhou na polícia, mas por motivos pessoais acabou saindo, e pouco a pouco foi dedicando sua vida ao resgate de cães. Ela viveu em South Miami Beach por muitos anos, até que quando começou a servir de foster home (casa temporária) para cães enquanto procurava pessoas para a adoção, vizinhos começaram a reclamar e ela precisou encontrar um lugar para colocá-los. “Por lei, só é permitido ter quatro cães, e eu tinha uns 15”, conta. “Até que encontrei um galpão maior para eles, mas o meu problema é que sem a licença de canil, eu não podia divulgar muito”.
Mesmo assim, pessoas descobriram e denunciaram Gisela para o Miami-Dade Animal Services, que exigiu que ela tirasse a licença. “Nesse meio, você vê o melhor e o pior das pessoas. Se consegue uma doação, outros shelters têm inveja e tentam prejudicar. Mas, ao mesmo tempo, conseguimos doações generosas”, explica.
Pouco a pouco, ela conseguiu, com doações, pagar todas as taxas para conseguir tirar a licença, mas precisou se mudar para Hialeah, único local que teve a permissão do condado, criando assim o Gigi’s Animal Rescue.
Gisela vive sozinha com os animais e tem voluntários que comparecem para ajudá-la periodicamente. Mas suas manhãs consistem em passar horas limpando urina e fezes. “Faz quatro anos que não visito minha família no Brasil, pois não tem como eu sair daqui”, conta. “Mas não reclamo, pois amo o que faço e Deus sempre ajuda na hora em que estou pensando em desistir”.
Mesmo assim, ela diz que pode contar com muita ajuda de comunidade e pessoas que se comovam com sua causa. Por ser uma organização sem fins lucrativos, ela consegue emitir recibos para que pessoas tenham desconto no imposto de renda dentro do estado da Flórida. Seu próximo passo é conseguir a licença nacional (510C3) para emitir recibos para doações em todo o país e poder pedir outras ajudas do governo. “Em vez de deixar que o governo escolha para onde vai o dinheiro do seu imposto, você mesmo pode escolher”.
Sua intenção é tornar-se um asilo para animais idosos e deficientes, de porte pequeno (até cinco libras). Gisela, pelo que sabe, é a única pessoa que faz isso em Miami.
Doações
Como seu tempo é inteiramente dedicado aos cães, ela vive de doações feitas ao Gigi’s Rescue, como uma recente, em que ganhou ração de uma loja que fechou, alem de adoções. Ela precisa chegar a um total de doações fixas de $5 mil dólares por mês, para contar com frequentes emergências e as corridas ao veterinário, além das contas para pagar, como aluguel e luz.
“Sei que para muitos, isso é muito dinheiro, mas tem gente que gasta isso em uma ida ao shopping”, disse.
“Eu sei que sou uma desgraça para os negócios, pois só penso com o coração”, brinca. “Jogo na loteria toda a semana”.
“Estou buscando mais patrocínios de pessoas que adotem minha causa. Eu não quero que esse seja o ‘meu’ lugar, mas de todos. Tem gente que viaja muito e gosta de animais, mas não tempo para cuidar e pode querer manter um aqui no rescue”, completa.
Além de ajuda financeira, Gisela diz que há outras formas de ajudar, através de doações de itens para animais, lençóis e edredons usados, material de limpeza ou cartão de presente de uma loja de animais ou supermercado e até TV velha, já que o som acalma os cães. Voluntários são também sempre bem-vindos.
Quem tiver interesse em ajudar o Gigi’s Rescue, com uma quantia em dinheiro, pode fazê-lo através da conta no Paypall, pelo e-mail: gigisrescue@gmail.com, ou pelo endereço: 1521 Alton Rd, caixa postal 574, Miami Beach, FL – 33139.
Fonte: Gazeta News

terça-feira, 24 de julho de 2012

HOSPITAL VETERINÁRIO PUBLICO


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Isso e muito bom pena que tem de mostrar até quanto ganha pra ver se pode ser atendido, então não e publico as palavras estão erradas deveria se chamar hospital veterinário pra baixas renda ou bolsa família, se é publico todos tem direito e com o dinheiro do povo não é do rico e nem do pobre, todos pagãos seus imposto pra isso funcionar senhores administradores vamos rever isso, porque tem gente que ganha um pouco a mais, mas tem de escolher entre cuidada do filho ou do animal, porque a saúde publica também  esta difícil, as vezes tem de pagar uma consulta pra seu filho e não tem dinheiro pra levar seu bichinho no veterinário particular e ai senhor vereador o que ira fazer deixar o bichinho sofrer até morrer, vamos fazer a coisa direito tem de ser pra todos que necessita disso e um projeto muito bom mas pode melhorar.
O animais não tem dinheiro e nem sabe o quanto ganha, mas todos eles precisão de cuidados e de uma família. Eles não vota mas seu donos sim.
Todos animais tem direito de cuidados, se eu ver um cachorro na rua tenho de deixar ele morrer ali porque não sei quanto ele ganha, ou levar ele a uma clinica e pagar como já fiz, mas não posso levar ele até o hospital veterinário porque vão querer saber quanto ganho pra poder ajudar o animal.