Quem sou eu
- MEU BULLDOG FRANCÊS
- São Paulo, São Paulo, Brazil
- Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi
sábado, 6 de outubro de 2012
Esperando adoção
Jovem e saudável
Lindo cachorro abandonado em mudança aguarda adoção, em São Paulo
06 de outubro de 2012 às 12:20
Nathalia
nazuza_js@yahoo.com.br
Foto: Divulgação
Este lindo basset hound foi abandonado pelos tutores durante mudança de casa.
Está em um lar temporário, será castrado e vacinado.
É um animal muito meigo, carente, que gosta de brincar. Será doado apenas para alguém que ame animais e que o crie com liberdade dentro da casa, para inclusive, subir nos sofás (algo que ele demostrou estar acostumado a fazer). Alguém que tenha tempo e energia de levá-lo para passear?
Contatos: Piedade 9.9267-0307 ou nazuza_js@yahoo.com.br
terça-feira, 2 de outubro de 2012
INCONTINÊNCIA URINÁRIA
INCONTINÊNCIA URINÁRIA
Por Leonora Veras
Maria Leonora Veras de Mello
Médica Veterinária Homeopata
CRMV-RJ/2165
Médica Veterinária Homeopata
CRMV-RJ/2165
A incontinência urinaria é um problema que aflige não poucos de nossos animais de companhia.
A dificuldade de reter a urina, causando desconforto ao animalzinho, não raro gera transtornos também entre os humanos, pois muitos não compreendem que está ocorrendo uma alteração na saúde e chegam mesmo a ralhar e castigar, sem que eles tenham qualquer culpa.
Atribuem-se diferentes causas como> cistite, uretrite, falha na função dos esfíncteres da uretra por problemas neurológicos (compressão da medula, síndrome da cauda eqüina, degeneração inflamatória ou senil, etc.), obstrução parcial por cálculos, inflamação ou tumores, prostatites nos machos ou alterações endócrinas nas fêmeas, como nas cistites hemorrágicas associadas a cistos ovarianos, ou causas menos freqüentes, como conseqüência de hipotiroidismo ou hiperadrenocorticismo.
A maior parte dos casos de incontinência urinária pode ser tratada ou minimizada, quer pelos tratamentos convencionais, quer através da homeopatia e/ou acupuntura, ou ainda terapias mistas.
O importante é que ao se detectar qualquer alteração na micção do cão ou do gato, que não lhes atribuam apenas alterações emocionais e comportamentais, antes que sejam afastadas todas as prováveis causas físicas, com o auxílio de um médico veterinário.
OBS.: Não use este texto sem permissão, entre em contato por favor leonoramello@bichosonline.vet.br
fonte: http://bichosonline.vet.br/
fonte: http://bichosonline.vet.br/
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Otite canina (dor de ouvido em cães)
Otite canina: causas, diagnóstico e tratamento
Tivemos a oportunidade de atender o Bob, um simpático canino da raça Cocker Spaniel, que não parava quieto no ambulatório da Universidade Federal do Pará. Ele não parava de coçar as orelhas um só minuto, dava muita pena dele.
Após o exame do animal, diagnosticamos seu problema: otite. Mas o que é otite?
Otite é a inflamação do conduto auditivo. Nos animais, é um problema muito comum que, quando não diagnosticado ou tratado corretamente, pode levar os animais à surdez e, ainda, a alterações de postura e comportamento, como andar em círculos. Outros sinais clínicos incluem o odor fétido, dor e a presença de secreção.
Existem diversas causas de otite. Dentre elas, destacam-se: produção excessiva de células de descamação, associada à presença de bactérias, fungos e ectoparasitos, tais como Demodex canis e Otodectes cynotis.
Alguns casos de otite são complicados de serem solucionados. Isso pode ser devido a fatores predisponentes, como a presença de pólipos e neoplasias (tumor) no conduto auditivo. Não podemos deixar de mencionar que algumas desordens sistêmicas também podem desencadear otites recidivantes, como o hipotireoidismo e as alergias. Devemos também chamar a atenção para as raças que têm orelha pendular, como o nosso amigo Bob, que são predispostas à otite, pois propiciam ambiente ideal para o desenvolvimento de bactérias, fungos e sarnas.
O diagnóstico é feito primeiramente pelo proprietário, que observa a alteração de comportamento do animal, principalmente pelo fato do intenso prurido (coceira) que o animal demonstra. Alguns animais podem deixar de se alimentar e até mesmo ficar agressivos quando o proprietário encosta nas orelhas, em virtude da dor.
Já no consultório veterinário, o animal deve ser examinado com auxílio de um otoscópio (aparelho utilizado para enxergar o interior do conduto auditivo), onde é possível identificar a presença de alguns ácaros (O. cynotis) e avaliar a integridade da membrana timpânica. Esse procedimento é essencial, antes de se prescrever qualquer medicamento ao animal.
Não tente adivinhar qual é o agente etiológico, o causador, da otite. Antigamente era comum escutar que a cera de coloração escura, oriunda de conduto auditivo, estava relacionada à otite fúngica, e a cera de cor marrom, relacionada à otite bacteriana, mas isso não corresponde à realidade encontrada.
O uso de medicamentos inadequados, prescritos sem diagnóstico definitivo, é uma das causas mais comuns de tratamentos falhos, sendo assim, o exame citológico é primordial para o tratamento da doença. Podemos, ainda, solicitar o exame de cultura e antibiograma, para maior segurança e eficácia do tratamento, porém, somente após a realização do exame citológico que indique a presença de bactérias.
Por mais que você já tenha visto diversas vezes, não é para introduzir nada no conduto auditivo de seu animal, isso inclui cotonetes e pinças com algodão! Ao longo dos anos, já tive a oportunidade de notar o lado pesquisador de alguns proprietários; vocês não imaginam como são curiosos! Certa vez, um proprietário pingou água sanitária, outro, azeite quente, e o mais impressionante, um produto comercial utilizado na desinfecção de ambientes.
Encontramos, em algumas lojas (Pet Shops), produtos utilizados para auxiliar a retirada dos pêlos auriculares. Isso é terminantemente proibido em cães, principalmente nos animais com otite. Você faria o mesmo procedimento em você?
A utilização de agentes terapêuticos se faz necessária, seja por via tópica (pingando o produto diretamente no conduto auditivo), ou por via sistêmica (administrando por via oral ou pela via subcutânea ou intramuscular). Nos casos mais graves, a técnica de lavagem otológica que tem por finalidade a diminuição dos agentes no conduto auditivo se faz necessária. Nos casos crônicos, infelizmente a única opção do tratamento é a realização de uma cirurgia (ablação de conduto auditivo), pois muitas vezes encontramos estenose (diminuição) do conduto auditivo.
O proprietário é um dos responsáveis em causar o problema e é o primeiro a evitar. Durante o banho dos animais, devemos sempre colocar algodões nos condutos auditivos, para evitar a entrada de água, evitando um ambiente ideal para proliferação de bactérias e fungos. Por mais que você não deixe cair água ou não molhe a cabeça do animal, o risco de entrar uma pequena quantidade ainda é grande.
Ao qualquer sinal de otite, procure imediatamente o seu Médico Veterinário!
fonte: www.dogdicas.com.br
domingo, 30 de setembro de 2012
Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera
Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera
DA BBC BRASIL
Um cão labrador treinado para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes.
| BBC |
| Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera |
A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.
"Ela salva a minha vida", diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. "Ela é minha melhor amiga."
Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.
O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.
Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.
Alerta precioso
"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta", explica a mãe de Rebecca, Claire.
A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até Shirley dar o precioso alerta.
"Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão-gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar", conta Claire.
"Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga."
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil.
"Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância", conta Claire.
"Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema."
Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.
A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer.
"O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.
Fonte.: Folha.com
sábado, 29 de setembro de 2012
De olho em seu cão
De olho em seu cãoAs doenças oculares acometem cachorros de todas as raças e, dependendo da gravidade, podem levar à cegueira. Conheça as principais delas e descubra os sintomas e os tratamentos disponíveis
| Gláucia percebeu que Noah andava apático e o levou ao veterinário. O diagnóstico: catarata precoce |
O cão estava sofrendo de catarata precoce. Após o diagnóstico, Gláucia procurou um serviço especializado para garantir um bom tratamento. “É melhor procurar um profissional com experiência em doenças oculares. Eles têm aparelhos para fazer exames mais precisos. Com os resultados, foi possível saber se Noah ia voltar a enxergar ou não,” acrescenta.
Felizmente, após a cirurgia e o tratamentos com colírios, Noah recuperou a visão. Gláucia conta que ele voltou a “ser criança”. “Agora ele não para de brincar, voltou a ser o cachorrinho feliz de sempre”, comemora. As recomendações para Noah, agora, são as mesmas para qualquer animal de estimação: visitas periódicas ao veterinário, alimentação correta e passeios à vontade. “O veterinário explicou que é muito importante não dar comida que não seja ração para o cachorro. O açúcar presente nos alimentos comuns pode facilitar o desenvolvimento de diabetes, o que traria consequências para a vista dele.”
De acordo com o veterinário Leandro Arezalo, sintomas como vermelhidão, excesso de secreções, coceiras e dificuldade em encontrar objetos, associados a comportamento diferente do habitual do cão, sinalizam algum problema ocular. Entre as doenças mais comuns, ele cita, a catarata, a úlcera de córnea, as uveítes e o glaucoma. “A maioria dessas doenças tem tratamento e, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de cura. O ideal é procurar um profissional ao primeiro sintoma,” ensina.
O veterinário Luiz Gustavo Silveira alerta para o risco de tratar o animal por conta própria. Ele explica que é comum que a uveíte, por exemplo, seja confundida com conjuntivite. “Esse erro pode ser cometido até por veterinários, daí a importância de sempre procurar um profissional de confiança, e nunca tratar dos bichos sem prescrição médica.”
De acordo com ele, a uveíte é uma doença intraocular causada por deposição de anticorpos formados por outros males. “Ela se manifesta quando o cachorro está com alguma doença, que infecta o sangue e, por consequência, o olho. Por isso, é fundamental tratar a causa. Colírios são importantes, mas sozinhos não resolvem o problema,” alerta.
Luiz Gustavo explica que o glaucoma, entre as doenças oftalmológicas, é a mais difícil de detectar. “Ele vem de forma silenciosa, é muito difícil o dono perceber. A única forma de prevenção é fazer, a cada seis meses, o exame que verifica a pressão ocular.” Segundo ele, o glaucoma pode ser rápido e trazer consequências irreversíveis. “Após 30 horas submetido a uma alta pressão ocular, o cão pode perder a visão.”
Hereditariedade
| Os irmãos Maila e Horus herdaram catarata da mãe: diagnóstico cedo evitou cirurgia nos cocker spaniels |
Outro fator que contribui para o aparecimento das doenças oftalmológicas em cães está ligado à genética. No caso dos cocker spaniels Maila e Horus, a tendência de desenvolver catarata foi herdada da mãe. O jardineiro Jerônimo Ciro, 34 anos, conta que foi fácil identificar os sintomas dos bichinhos porque já havia passado por essa experiência quando cuidava de Helena, mãe dos dois. Maila e Horus estão com 6 e 8 anos, respectivamente. Jerônimo conta que os dois começaram a apresentar muita secreção nos olhos há dois meses. “Eu percebi que eles estavam produzindo muito muco. Normalmente, eu limpo os olhinhos deles pela manhã e se mantêm limpos. Com a doença, após uma hora, eles já estavam cheios de remelas de novo.”
Como a doença foi percebida logo na fase inicial, Jerônimo evitou que os cães tivessem que passar pela cirurgia. O tratamento foi à base de colírios. “Primeiro, eu tinha que pingar o colírio de 12 em 12 horas; depois, uma vez por dia e, agora, a cada 36 horas. O tratamento todo vai durar seis meses, mas vale a pena. Tudo pelo bem estar deles.”
Doenças, sintomas e tratamentos
- Catarata: é uma opacidade no cristalino, mais comum em cães mais velhos. Em casos severos, pode levar à cegueira.
Sintomas: o cachorro perde o senso de orientação. A doença causa inflamação. Por isso, os olhos produzem mais muco. Além disso, a pupila do animal fica clara e opaca.
Tratamento: cirurgia. Antes da cirurgia, é importante fazer exames de ultrassom ocular e eletroretinografia. Eles fornecem informações necessárias para saber se o animal vai recuperar a visão após a intervenção cirúrgica.
- Úlcera de córnea: é causada por traumatismo decorrentes de arranhões, algum corpo estranho ou o xampu.
Sintomas: o cachorro fica com os olhos fechados e passando a patinha para tentar coçar. Além disso, apresenta fotofobia.
Tratamento: colírio antibiótico e anti-inflamatório.
- Glaucoma: caracteriza-se pelo aumento da pressão intraocular. A doença pode levar à cegueira em poucas horas. Existe o risco de ser confundida com conjuntivite. Para distinguir, é necessário fazer um exame que mede a pressão ocular.
Sintomas: pupila dilatada e olhos vermelhos.
Tratamento: colírios que melhorem a drenagem dos olhos.
- Uveíte: manifesta-se quando o cachorro tem outra doença, como, por exemplo a erliquiose — um mal transmitido pelo carrapato. Também é grande o risco de ser confundida com conjuntivite. Pode levar à cegueira.
Sintomas: olho vermelho, pode ter sangramento intraocular e deslocamento de retina.
Tratamento: é fundamental identificar a causa primária da doença e tratá-la. O colírio ajuda a amenizar os efeitos da doença nos olhos do animal, mas não cura.
Agradecimentos: Clínica Veterinária Personal Dog e Link Vet Ophthanimal
Como a doença foi percebida logo na fase inicial, Jerônimo evitou que os cães tivessem que passar pela cirurgia. O tratamento foi à base de colírios. “Primeiro, eu tinha que pingar o colírio de 12 em 12 horas; depois, uma vez por dia e, agora, a cada 36 horas. O tratamento todo vai durar seis meses, mas vale a pena. Tudo pelo bem estar deles.”
Doenças, sintomas e tratamentos
- Catarata: é uma opacidade no cristalino, mais comum em cães mais velhos. Em casos severos, pode levar à cegueira.
Sintomas: o cachorro perde o senso de orientação. A doença causa inflamação. Por isso, os olhos produzem mais muco. Além disso, a pupila do animal fica clara e opaca.
Tratamento: cirurgia. Antes da cirurgia, é importante fazer exames de ultrassom ocular e eletroretinografia. Eles fornecem informações necessárias para saber se o animal vai recuperar a visão após a intervenção cirúrgica.
- Úlcera de córnea: é causada por traumatismo decorrentes de arranhões, algum corpo estranho ou o xampu.
Sintomas: o cachorro fica com os olhos fechados e passando a patinha para tentar coçar. Além disso, apresenta fotofobia.
Tratamento: colírio antibiótico e anti-inflamatório.
- Glaucoma: caracteriza-se pelo aumento da pressão intraocular. A doença pode levar à cegueira em poucas horas. Existe o risco de ser confundida com conjuntivite. Para distinguir, é necessário fazer um exame que mede a pressão ocular.
Sintomas: pupila dilatada e olhos vermelhos.
Tratamento: colírios que melhorem a drenagem dos olhos.
- Uveíte: manifesta-se quando o cachorro tem outra doença, como, por exemplo a erliquiose — um mal transmitido pelo carrapato. Também é grande o risco de ser confundida com conjuntivite. Pode levar à cegueira.
Sintomas: olho vermelho, pode ter sangramento intraocular e deslocamento de retina.
Tratamento: é fundamental identificar a causa primária da doença e tratá-la. O colírio ajuda a amenizar os efeitos da doença nos olhos do animal, mas não cura.
Agradecimentos: Clínica Veterinária Personal Dog e Link Vet Ophthanimal
fonte: www.correiobraziliense.com.br
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Cuidados que seu cão merece na velhice
Cuidados que
seu cão merece na velhice
Revista Cães & Cia.
Alexandre Rossi explica as alterações
comportamentais dos cães idosos e os cuidados que podemos proporcionar a eles
Cão também envelhece
Cães, como nós, envelhecem. E estão sujeitos a doenças, dores e alterações comportamentais. Dar atenção às mudanças da idade permite suprir novas necessidades e, com isso, proporcionar a eles melhores condições de vida.
Cães, como nós, envelhecem. E estão sujeitos a doenças, dores e alterações comportamentais. Dar atenção às mudanças da idade permite suprir novas necessidades e, com isso, proporcionar a eles melhores condições de vida.
Semelhanças com os humanos
O processo de envelhecimento canino é bastante semelhante ao nosso. Vários inconvenientes e doenças são iguais. Os cães também podem sofrer de artrite, mal de Alzheimer e depressão. Problemas como esses e outros, decorrentes da idade, são diagnosticáveis desde o início pela observação das mudanças comportamentais e pela realização de checapes veterinários.
O processo de envelhecimento canino é bastante semelhante ao nosso. Vários inconvenientes e doenças são iguais. Os cães também podem sofrer de artrite, mal de Alzheimer e depressão. Problemas como esses e outros, decorrentes da idade, são diagnosticáveis desde o início pela observação das mudanças comportamentais e pela realização de checapes veterinários.
Envelhecimento conforme o porte
Cães pequenos envelhecem mais lentamente e vivem mais do que os grandes. Um Poodle pequeno, por exemplo, pode viver 18 anos. Já um Dogue Alemão vive apenas nove anos, em média.
Cães pequenos envelhecem mais lentamente e vivem mais do que os grandes. Um Poodle pequeno, por exemplo, pode viver 18 anos. Já um Dogue Alemão vive apenas nove anos, em média.
Alterações no metabolismo
Com o envelhecimento, normalmente, o organismo produz menos calor e gasta menos energia. O cão fica propenso a sentir mais frio e a engordar com mais facilidade, mesmo que continue comendo sempre a mesma quantidade de ração. Por sentir frio, passa mais tempo encolhido e treme frequentemente.
Com o envelhecimento, normalmente, o organismo produz menos calor e gasta menos energia. O cão fica propenso a sentir mais frio e a engordar com mais facilidade, mesmo que continue comendo sempre a mesma quantidade de ração. Por sentir frio, passa mais tempo encolhido e treme frequentemente.
Oferecer uma casinha protegida do
vento, com o fundo coberto por material isolante impermeável, contribui para o
bem-estar do cão idoso. Roupas também podem ajudar. É mais importante proteger
os cães do frio quando estão inativos ou dormindo – raramente eles sentem frio
durante a prática de atividades. Para controlar a tendência de engordar.
Procure diminuir um pouco a quantidade de alimento oferecido ou substitua-o por
ração diet.
Dores nas articulações
O desgaste e a inflamação das articulações também são comuns nos cães idosos. Na maioria dos cães, existe tratamento para amenizar o desconforto e estimular o crescimento da cartilagem desgastada. Animais com esses problemas preferem não andar muito porque as caminhadas lhes causam dor. Outro sintoma comum é a dificuldade que o cão tem para se levantar após fazer atividade física. De certa maneira, não praticar exercícios pesados ajuda a evitar que o problema piore. Mas alguns cães ficam tão excitados com bolinhas e outros estímulos que podem não respeitar as limitações corporais. É preciso conter a excitação evitando corridas e saltos, para o cão não se machucar facilmente. Fique atento se ele tiver tomado analgésico. Ao sentir-se aliviado da dor, poderá exagerar nos exercícios e piorar a situação.
O desgaste e a inflamação das articulações também são comuns nos cães idosos. Na maioria dos cães, existe tratamento para amenizar o desconforto e estimular o crescimento da cartilagem desgastada. Animais com esses problemas preferem não andar muito porque as caminhadas lhes causam dor. Outro sintoma comum é a dificuldade que o cão tem para se levantar após fazer atividade física. De certa maneira, não praticar exercícios pesados ajuda a evitar que o problema piore. Mas alguns cães ficam tão excitados com bolinhas e outros estímulos que podem não respeitar as limitações corporais. É preciso conter a excitação evitando corridas e saltos, para o cão não se machucar facilmente. Fique atento se ele tiver tomado analgésico. Ao sentir-se aliviado da dor, poderá exagerar nos exercícios e piorar a situação.
Oferecer uma cama macia colabora para
diminuir a pressão sobre as articulações, que é uma causa das dores provocadas
por má circulação. Nesse caso, colocar um colchão na casinha do cão é uma boa
alternativa. Para evitar as dores articulares, que se manifestam mais quando o
cão se levanta, a tendência é ele passar mais tempo parado. Se antes do
problema o cão se levantava e ia para outro lugar quando molestado por
crianças, por exemplo, poderá passar a rosnar para afastar quem o incomoda. Por
isso, convém oferecer aos cães que se encontram nessa situação locais
resguardados de perturbações.
Mudanças nos sentidos
Visão, olfato e audição também podem ficar prejudicados com a idade. É comum o atropelamento de cães mais velhos, por não perceberem a aproximação do carro.
O cão de guarda idoso pode levar mais tempo para reconhecer pessoas amigas, inclusive os proprietários. Por isso, ajude-o a identificar você. Ao entrar na área onde ele fica, fale com ele e evite estar trajado de modo muito diferente do usual, como com chapéu e, sobretudo se não for esse o seu costume.
Visão, olfato e audição também podem ficar prejudicados com a idade. É comum o atropelamento de cães mais velhos, por não perceberem a aproximação do carro.
O cão de guarda idoso pode levar mais tempo para reconhecer pessoas amigas, inclusive os proprietários. Por isso, ajude-o a identificar você. Ao entrar na área onde ele fica, fale com ele e evite estar trajado de modo muito diferente do usual, como com chapéu e, sobretudo se não for esse o seu costume.
Envelhecimento cerebral
O cérebro também sofre alterações com a idade e passa a ser cada vez menos flexível a novas rotinas e aprendizados. Mudar de casa, de ambiente ou de proprietário pode deixar o cão ansioso ou desorientado. Mesmo estando num lugar que conheça bem, o cão está sujeito a desorientar e a cair de uma sacada ou na piscina, por exemplo.
O cérebro também sofre alterações com a idade e passa a ser cada vez menos flexível a novas rotinas e aprendizados. Mudar de casa, de ambiente ou de proprietário pode deixar o cão ansioso ou desorientado. Mesmo estando num lugar que conheça bem, o cão está sujeito a desorientar e a cair de uma sacada ou na piscina, por exemplo.
São males típicos do envelhecimento
os distúrbios de caráter depressivo, compulsivo, bipolar (quando ocorre
alternância entre depressão e mania), e o mal de Alzheimer, entre outros.
Alguns sintomas decorrentes de tais males são o choro contínuo sem razão, distúrbios
de sono, comportamentos repetitivos sem função alguma, como ficar lambendo a
pata e ficar tentando por horas passar por espaços menores que o corpo. Para a
maioria desses distúrbios, existem tratamentos feitos com remédios
homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos (de plantas). É interessante notar que
a maioria dos remédios utilizados são os mesmos adotados para pessoas.
Advertência: não dê medicamento sem aval do seu veterinário.
fonte: www.caocidadao.com.br
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