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São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

quinta-feira, 12 de julho de 2012

AS VERDADES E MENTIRAS SOBRE CASTRAÇÃO


AS VERDADES E MENTIRAS SOBRE CASTRAÇÃO

A castração ainda é um assunto bastante polêmico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, "cirurgia cruel", "mutilação do animal", etc.. É preciso desvendar o que há de mentira e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada.

A CASTRAÇÃO ENGORDA O ANIMAL?
Não, o que pode acontecer após a castração do animal, é ele ter um aumento de apetite, mas o seu proprietário tem de tomar cuidado com isso e manter sua refeição normalmente sempre com um ração bem balanceada e de boa qualidade.

APÓS A CASTRAÇÃO O ANIMAL FICARÁ BOBO?
Não, ele poderá ficar, mas tranqüilo, se ele ganhar peso por falta de controle na refeição ele ficara, mas cansado pelo seu peso sendo que ficara indisposto a tanto exercício físico, mas isso não e culpa da castração e sim de uma boa alimentação.

A CASTRAÇÃO JUDIA MUITO DO ANIMAL?
Não, e uma cirurgia simples e de recuperação rápida, o pós operatório e bastante tranqüilo, é usada anestesia geral e o animal em 24 hs, já estará de pé de novo e provavelmente brincando.

A castração pode evitar câncer nas fêmeas?
Sim, as fêmeas que são castradas antes de um ano elas têm menores chances de manifestar o câncer de mama, do que na faze adulta, se for comparado com fêmeas que não são castradas.

O macho castrado ele ainda cruza?
Sim, pode acontecer de cruzar, sendo que não ocorrera a fecundação, mesmo ele cruzando a fêmea não terá o problema de gerar filhotes.
Mas não vai ser pela castração que ele vai perder o desejo de cruzar, então se não quiser ver essas cenas e bom não deixar próximo a fêmeas no seu período de cio.

Tem de esperar a fêmea ter a primeira cria pra castrar?
Não isso e mentira as cachorras não ficam tristes nem frustradas por não da cria, isso é coisa dos seres humanos que querem aplicar nos animais.

Quais os benefícios em castrar os machos?
Evitar que ele suma.
Não passar por constrangimentos com visitas, ele agarrando em pernas e almofadas.
Evitando demarcação de território pela casa toda (xixi)
Evitar tumores testiculares.
Prevenir auto índice de popularização de animais
Evitar doenças transmissíveis.

Quais os benefícios de castras as fêmeas?
Evitar acasalamentos indesejáveis, principalmente quando houver um grau de parentesco entre eles, ou de animais de portes muitos maiores que as fêmeas, podendo colocar em risco os filhotes e a próprio animal na hora do parto.
Evitar o câncer de mama na faze adulta.
Evitar gravidez psicológicas e as infecções nas mamas
Evitar que entre no cio.
Prevenir auto índice de popularização de animais
Evitar doenças transmissíveis.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

TRATANDO AS DOENÇAS OCULARES DOS CÃES


TRATANDO AS DOENÇAS OCULARES DOS CÃES



TRATANDO AS DOENÇAS OCULARES DOS CÃESpor Professor Guilherme Savassi

Os animais de estimação, especificamente os cães, podem apresentar uma enorme variedade de doenças nos olhos.A maioria delas já tem tratamento estabelecido há muito tempo.
Outras afecções de ocorrência comum, entretanto, não têm sido tratadas com freqüência, pois as técnicas descritas são pouco divulgadas e conhecidas, o que impede os proprietários de proporcionarem melhor qualidade de vida para seus animais.
Neste artigo serão abordados os distúrbios de produção e drenagem da lágrima que promovem graves conseqüências para os cães.
A primeira doença é chamada dacriocistite e ocorre devido à obstrução do ducto que promove a drenagem da lágrima do olho até a fossa nasal (narinas). Algumas raças de cães são acometidas com maior freqüência, tais como: Poodle, Maltês, Bichon Frise, entre outras. A obstrução da drenagem faz com que parte da lágrima produzida escorra pelo canto medial do olho, mantendo sempre úmido o pêlo e a pele da região, o que predispõe ao surgimento de feridas e dermatites localizadas.
 
Mancha no canto do olho (epífora), causada pela obstrução do ducto lacrimal.
foto: Professor Guilherme Savassi
Além do incômodo para o animal, a estética também fica comprometida, uma vez que o cão permanece todo o tempo com duas manchas de coloração amarronzada próximas aos dois olhos. Alguns medicamentos podem reduzir a ocorrência do problema temporariamente mas, após a interrupção do tratamento, os sinais retornam exatamente como antes.
O tratamento definitivo pode ser feito através de uma cirurgia que desvia a lágrima para as narinas e reduz o escoamento pelo canto do olho.
Outra doença que acomete os cães é a chamada ceratoconjuntivite seca, conhecida popularmente como “Olho seco”. Neste caso, o que acontece é uma diminuição drástica na produção de lágrima, fazendo com que o olho fique seco, perca o brilho e comece a produzir uma secreção espessa, que se deposita com freqüência. Os sinais que o animal desenvolve são: narinas ressecadas, ausência de brilho no olho, blefarospasmo (o animal mantém o (s) olho (s) parcialmente fechado (s) em função da dor que a ausência de lágrima promove). O indivíduo acometido pelo Olho seco desenvolve infecções oculares com maior freqüência. Muitas vezes o olho fica opaco e perde a transparência, fato que pode culminar na cegueira permanente do animal.
 
Olho seco, vermelho, opaco e sem brilho
foto: Professor Guilherme Savassi
Até o momento, o que tem sido utilizado no tratamento do olho seco são pomadas e colírios que aliviam temporariamente os sintomas do paciente. Entretanto, o uso dos colírios têm que ser feito por toda a vida do animal e o proprietário precisa de disponibilidade de tempo para instilar colírios entre 6 e 10 vezes ao dia.
Em função da dificuldade de tratamento destes animais, o Prof Guilherme Savassi desenvolveu uma técnica cirúrgica semelhante àquela utilizada na Medicina Humana e tem obtido êxito nos primeiros casos.
Um dos animais operados pela técnica vinha sendo tratado há 3 anos à base de colírios sem apresentar resultado significativo. Após a intervenção cirúrgica, um dos olhos operados voltou a apresentar quantidade de lágrima em níveis considerados normais, o que dispensará o uso de qualquer medicamento daqui em diante. Os resultados ainda são parciais mas tudo indica que há uma grande chance de sucesso dessa técnica no tratamento dos cães acometidos pelo olho seco. A técnica em questão será o tema de doutorado do Prof Guilherme.
As cirurgias são realizadas em Belo Horizonte e o custo tem sido bastante acessível à maioria dos proprietários.
Professor Guilherme Savassi
Médico Veterinário – CRMV MG 5747
Professor de Cirurgia e Anestesiologia, emergência, terapia intensiva e Farmacologia na Faculdade Fead – Belo Horizonte
Cirurgião chefe do Hospital Veterinário Fead.

Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.

Um forte abraço e até a próxima.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE AS PRINCIPAIS DOENÇAS INFECCIOSAS PREVENIDAS ATRAVÉS DA VACINAÇÃO.


CONHEÇA UM POUCO MAIS  SOBRE AS PRINCIPAIS DOENÇAS INFECCIOSAS PREVENIDAS ATRAVÉS DA VACINAÇÃO.

PARVOVIROSE:
Infecção grave causada por um vírus que acomete, na maioria das vezes, animais filhotes. Transmitida através de contato direto, objetos e ambientes contaminados.

CINOMOSE:
Infecção grave causada por um vírus pode acometer animais filhotes e adultos. Transmitida através de contato direto, objetos e ambientes contaminados e aerossóis.

CORONAVIROSE:
Infecção causada por um vírus que acomete o sistema gastrointestinal. Pode acometer animais filhotes e adultos. Transmitida através do contato com as fezes de animais infectados.

HEPATITE INFECCIOSA:
Infecção causada por um vírus que provoca hepatite. Acomete animais filhotes e adultos. Transmitida por objetos e ambientes contaminados com fezes e urina de animais infectados.

ADENOVIROSE CANINA:
Infecção respiratória causada por um vírus. Um dos agentes causadores da tosse dos canis. Transmitidas por aerossóis.

PARAINFLUENZA CANINA:
Infecção respiratória causada por um vírus. Um dos agentes causadores da tosse dos canis. Transmitida por aerossóis.

LEPTOSPIROSE:
Infecção grave causada por uma bactéria. Transmitida para o cão através da urina do rato. É uma zoonose, isto é pode ser transmitida do cão paro o homem, ou do rato para o homem.

TÈTANO:
Doença grave de ocorrência crescente em caninos, e de alta mortalidade. Causada pelas toxinas da bactéria clostridium tetani. Acomete cães de qualquer idade.

RAIVA:
Infecção fatal causada por um vírus. Transmitida do morcego para o cão através da mordida. È uma zoonose, isto é, pode ser transmitida do cão contaminado para o homem,ou diretamente do morcego para o homem.

ESTE É O FREDERIC O NOVO MEMBRO DA FAMILIA




quarta-feira, 4 de julho de 2012

FILHOTES X ANTICORPOS

ANTICORPOS  são as estruturas de defesa produzidos pelo organismo
para combater esporadicamente uma determinada doença. Para cada doença o organismo produz um anticorpo especifico.

Filhotes não tem o sistema imunológico desenvolvido ao nascer, por isso recebem na primeira mamada, uma carga de ANTICORPOS MATERNOS específicos contra doenças que a mãe tem imunidade.

Essa carga não se renova, ao contrario, vai acabando em algumas semanas , enquanto o filhote possui anticorpo maternos, muitas vezes ele não desenvolve anticorpos próprios contra algumas doenças.

A vacinação estimula o sistema imunológico do cão a produzir seus próprios anticorpos, formando uma imunização ativa. Por isso a necessidade de se cumprir rigorosamente o esquema de vacina.

QUANDO NÃO VACINAR


Não vacinar o cão nem quando adulto nem filhotes, com vômito, diarreia, falta de apetite, tosse, espirros, secreções oculares e outras doenças tem de ser tratada qualquer doença antes das vacinas.
Não quando ele apresentar sinais de cansado, estressado ou em mal estado nutricional.
Não vacinar com ectoparasitas (pulgas carrapatos) ou com endoparasitas (vermes intestinais)

EM QUALQUER DESSAS SITUAÇÕES PROCURE UM MÉDICO VETERINÁRIO RESPONSÁVEL  

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CUIDADOS COM SEU BULLDOG FRANCÊS


Cuidados básicos com o bulldog francês

  • Um cuidado importante é procurar boas indicações de veterinários para o seuBuldogue Francês.  Assim como há especialidades na medicina humana, há veterinários especialistas em dermatologia, cirurgia, oftalmologia, neurologia, clínica médica, entre outros. Sempre que puder, opte por  especialistas para atender seu frenchie. 
  • Ofereça alimentação de qualidade, preferencialmente caseira e sem grãos (milho, trigo, soja).  Pele, pêlos, estrutura muscular, resposta imunológica e muito, muito mais, dependem de uma alimentação adequada. Nós utilizamos a alimentação caseira crua, a base de meaty bones, carnes, óleos, frutas,  verduras e alguns suplementosencontrados facilmente no comércio. Na nossa experiência com ração industrializada, durante anos, observamos: alta incidência de alergias e intolerância alimentar, flatulência excessiva nos cães, maior incidência  de perda de pelos, episódios de enterites frequentes.
  • Pele e pelagem: o Buldogue Francês é um cão que apresenta pouco cheiro, portanto, banhos a cada 30 (trinta) dias são suficientes. Para evitar queda dos pêlos mortos no ambiente, uma rápida escovação 2X por semana resolve o problema;
  • Pregas de pele: para evitar assaduras entre as dobras de pele, principalmente no focinho, recomendamos limpar o local com algodão úmido e secar, pelo menos 2X por semana. Nada de passar talco, maisena, Hipoglós, etc. O segredo de manter as dobrinhas saudáveis é mantê-las secas!
  • Ouvido e orelhas: a face interna das orelhas de um buldogue francês devem estar sempre lisas e macias ao toque. O ouvido externo não deve apresentar secreção serosa excessiva. Existem produtos no mercado, de excelente qualidade, específicos para limpeza dos ouvidos.
  • Unhas: caso seu Buldogue Francês circule por ambientes de piso áspero, suas unhas se desgastarão normalmente. Se isso não acontecer, solicite o corte a alguém especializado, para que não atrapalhe no andar, não cause ferimentos na pele, olhos, etc, quando o cão se coça.  Aprenda a cortar as unhas do seu bulldog francês.
  • Focinho: o frio, o calor, a poluição acabam por ressecar o focinho e ele pode apresentar uma aparência rugosa. Em inglês, isso é chamado de crusted nose - nunca ouvi nenhum nome  referente a este termo em português, mas seria algo como "focinho com crosta". Não é nada patológico, nem irá causar problemas! Para resolver, apenas hidrate diariamente a pele do focinho com vaselina (Hipoglós também serve - mas é menos estético!) e esfolie ligeiramente com uma toalhinha.
  • Banho: faça com que o banho seja um momento relaxante, dentro da sua própria casa e não no ambiente impessoal e potencialmente contaminado dos pets-shops. Não raro bulldogs franceses são vítimas de hipertermia , por desconhecimento dos funcionários destes estabelecimentos.
  • Atividade física: o Buldogue Francês é um cão predisposto a hipertermia, portanto, não é a melhor companhia para lhe acompanhar nas maratonas,  passeios de bicicleta ou expedições ecológicas  Entretanto,  um passeio de meia hora, num horário fresco lhe fará muito bem!
  • Plantas tóxicas: Buldogues Franceses são cães muito curiosos. Portanto, se você cultiva estas plantas em sua residência, considere a possibilidade de aumentar a altura dos vasos, elas são potencialmente tóxicas para cães:
    • Bico-de-Papagaio
    • Crisântemo
    • Lírio
    • Espada-de-São-Jorge
    • Azaléia
    • Clívia
    • Cróton
    • Urtiga
    • Comigo-Ninguém-Pode
  • Piscinas: para Buldogues Franceses faço as mesmas recomendações que faço para crianças: Cuidado com piscinas!  Frenchies possuem o corpo quadrado e pesado, patas curtinhas e não possuem cauda longa, que também auxilia os cães na água. Portanto, convém confiar não em sua anatomia totalmente anti-aquática! 
  • Ectoparasitoses: lugares como pracinhas com grama, chácaras, sítios e fazendas são um adorável habitat para ectoparasitos (pulgas e carrapatos). Sempre que for passear com seu cão em locais onde a infestação de ectoparasitas for potencialmente alta, certifique-se que seu cão esteja protegido.  Não se esqueça que carrapatos transmitem doenças seríssimas como a babesiose, erliquiose, febre maculosa, entre outras.
  • Endoparasitoses ou verminoses: utilize medicamentos vermífugos sempre que for necessário, porém com prudência. Este grupo de medicamentos costuma ser  bastante hepatotóxico e não deve ser utilizado sem que haja necessidade real.  Cães infectados com vermes costumam apresentar história de diarréia, emagrecimento, má absorção alimentar e vômitos. Entretanto, é o exame parasitológico de fezes que fará o diagnóstico adequado.
  • Vacinação: sabe-se que a utilização de vacinas deve ser feita com prudência porque essas não são isentas de efeitos colaterais a curto-médio-longo prazo.  Discuta com o veterinário da sua confiança quais as vacinas realmente necessárias para o seu cão.

sábado, 30 de junho de 2012

UM POUCO DE MIM E ALGUNS CUIDADOS



Origem: França
Porte: pequeno
Utilização: Companhia e guarda.
Pelagem: Possui pêlo rente, junto, brilhante e macio. Sua coloração é variada: preto, preto e branco, tigrado.
Hábitos: O Bulldog Francês é um cãozinho ativo, corajoso, enérgico, muito afetuoso, sensível e agradável, exige muita atenção. É meigo com as crianças e bastante agressivo com seus congêneres. Não suporta a separação do seu dono.
 Porte na idade adulta: 25 a 35cm
                                        Peso: 8 a 14kg
Espaço ideal para o bem estar na idade adulta: Esta raça se adapta bem em apartamento e na cidade. Quando passear com guias, não deve deixar que puxe forte, pois pode virar um mau hábito.
Alimentação adequada: A alimentação mais adequada para carnívoros é uma dieta a base de proteína animal, na qual pode ser encontrada nas rações da linha “Super Premium”. As rações são suplementadas com vitaminas e minerais essenciais para o desenvolvimento e manutenção do filhote. A água deverá ser sempre filtrada ou mineral.
Cuidados básicos: É um animal que sente muito o calor e como toda a raça braquicefálica, está predisposta à Síndrome de Obstrução das Vias Respiratórias. Então evitar exposição constante ao calor. Escovação dos pêlos de 2 a 3 vezes por semana. Vigiar os olhos sensíveis ao pó e as rugas na face.
  Todos os filhotes deverão ser vermifugados contra vermes e protozoários com medicamentos devidamente prescritos pelo Médico Veterinário responsável, além de realizar o esquema de vacinação pediátrica contra doenças infecto-contagiosas como Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirus, Parainfluenza, Hepatite infecciosa, Leptospirose ( 3 doses de vacina importada com intervalo de 21 dias entre cada dose). Completando 4 meses de idade aplica-se a vacina contra raiva.
Além das vacinas mencionadas acima, temos mais 2 vacinas que poderão ser aplicadas juntamente com a 2ª dose da vacina pediátrica (v8 ou v10). São as vacinas contra Traqueobronquite Infecciosa Canina (tosse dos canis) e contra Giárdia (protozoário). Essas vacinas são aplicadas em 2 doses pediátricas e reforço anual.
Após o esquema de vacinação pediátrica, o filhote estará totalmente imunizado, devendo receber reforço anual para o resto da vida.