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São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

sábado, 29 de setembro de 2012

De olho em seu cão



De olho em seu cãoAs doenças oculares acometem cachorros de todas as raças e, dependendo da gravidade, podem levar à cegueira. Conheça as principais delas e descubra os sintomas e os tratamentos disponíveis

Gláucia percebeu que Noah andava apático e o levou ao veterinário. O diagnóstico: catarata precoce
 (Zuleika de Souza CB/D.A.Press)
Gláucia percebeu que Noah andava apático e o levou ao veterinário. O diagnóstico: catarata precoce
Noah, um simpático maltês de 5 anos, estava com alguns sintomas de estresse e apatia. Sua dona, a bancária Gláucia Mendonça, 25 anos, lembra que ele apresentava comportamento estranho e tinha dificuldades para realizar tarefas simples do dia a dia. “Ele não parava de lamber a patinha, dava para perceber que estava acontecendo alguma coisa, mas eu não conseguia identificar o que era. Além disso, ele parou de brincar. Eu jogava a bolinha e ele não buscava, parecia estar sempre cansado.”
O cão estava sofrendo de catarata precoce. Após o diagnóstico, Gláucia procurou um serviço especializado para garantir um bom tratamento. “É melhor procurar um profissional com experiência em doenças oculares. Eles têm aparelhos para fazer exames mais precisos. Com os resultados, foi possível saber se Noah ia voltar a enxergar ou não,” acrescenta.
Felizmente, após a cirurgia e o tratamentos com colírios, Noah recuperou a visão. Gláucia conta que ele voltou a “ser criança”. “Agora ele não para de brincar, voltou a ser o cachorrinho feliz de sempre”, comemora. As recomendações para Noah, agora, são as mesmas para qualquer animal de estimação: visitas periódicas ao veterinário, alimentação correta e passeios à vontade. “O veterinário explicou que é muito importante não dar comida que não seja ração para o cachorro. O açúcar presente nos alimentos comuns pode facilitar o desenvolvimento de diabetes, o que traria consequências para a vista dele.”
De acordo com o veterinário Leandro Arezalo, sintomas como vermelhidão, excesso de secreções, coceiras e dificuldade em encontrar objetos, associados a comportamento diferente do habitual do cão, sinalizam algum problema ocular. Entre as doenças mais comuns, ele cita, a catarata, a úlcera de córnea, as uveítes e o glaucoma. “A maioria dessas doenças tem tratamento e, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de cura. O ideal é procurar um profissional ao primeiro sintoma,” ensina.
O veterinário Luiz Gustavo Silveira alerta para o risco de tratar o animal por conta própria. Ele explica que é comum que a uveíte, por exemplo, seja confundida com conjuntivite. “Esse erro pode ser cometido até por veterinários, daí a importância de sempre procurar um profissional de confiança, e nunca tratar dos bichos sem prescrição médica.”
De acordo com ele, a uveíte é uma doença intraocular causada por deposição de anticorpos formados por outros males. “Ela se manifesta quando o cachorro está com alguma doença, que infecta o sangue e, por consequência, o olho. Por isso, é fundamental tratar a causa. Colírios são importantes, mas sozinhos não resolvem o problema,” alerta.
Luiz Gustavo explica que o glaucoma, entre as doenças oftalmológicas, é a mais difícil de detectar. “Ele vem de forma silenciosa, é muito difícil o dono perceber. A única forma de prevenção é fazer, a cada seis meses, o exame que verifica a pressão ocular.” Segundo ele, o glaucoma pode ser rápido e trazer consequências irreversíveis. “Após 30 horas submetido a uma alta pressão ocular, o cão pode perder a visão.”

Hereditariedade
Os irmãos Maila e Horus herdaram catarata da mãe: diagnóstico cedo evitou cirurgia nos cocker spaniels (Zuleika de Souza CB/D.A.Press)
Os irmãos Maila e Horus herdaram catarata da mãe: diagnóstico cedo evitou cirurgia nos cocker spaniels
Outro fator que contribui para o aparecimento das doenças oftalmológicas em cães está ligado à genética. No caso dos cocker spaniels Maila e Horus, a tendência de desenvolver catarata foi herdada da mãe. O jardineiro Jerônimo Ciro, 34 anos, conta que foi fácil identificar os sintomas dos bichinhos porque já havia passado por essa experiência quando cuidava de Helena, mãe dos dois. Maila e Horus estão com 6 e 8 anos, respectivamente. Jerônimo conta que os dois começaram a apresentar muita secreção nos olhos há dois meses. “Eu percebi que eles estavam produzindo muito muco. Normalmente, eu limpo os olhinhos deles pela manhã e se mantêm limpos. Com a doença, após uma hora, eles já estavam cheios de remelas de novo.”
Como a doença foi percebida logo na fase inicial, Jerônimo evitou que os cães tivessem que passar pela cirurgia. O tratamento foi à base de colírios. “Primeiro, eu tinha que pingar o colírio de 12 em 12 horas; depois, uma vez por dia e, agora, a cada 36 horas. O tratamento todo vai durar seis meses, mas vale a pena. Tudo pelo bem estar deles.”

Doenças, sintomas e tratamentos
Catarata: é uma opacidade no cristalino, mais comum em cães mais velhos. Em casos severos, pode levar à cegueira.
Sintomas: o cachorro perde o senso de orientação. A doença causa inflamação. Por isso, os olhos produzem mais muco. Além disso, a pupila do animal fica clara e opaca.
Tratamento: cirurgia. Antes da cirurgia, é importante fazer exames de ultrassom ocular e eletroretinografia. Eles fornecem informações necessárias para saber se o animal vai recuperar a visão após a intervenção cirúrgica.

Úlcera de córnea: é causada por traumatismo decorrentes de arranhões, algum corpo estranho ou o xampu.
Sintomas: o cachorro fica com os olhos fechados e passando a patinha para tentar coçar. Além disso, apresenta fotofobia.
Tratamento: colírio antibiótico e anti-inflamatório.

Glaucoma: caracteriza-se pelo aumento da pressão intraocular. A doença pode levar à cegueira em poucas horas. Existe o risco de ser confundida com conjuntivite. Para distinguir, é necessário fazer um exame que mede a pressão ocular.
Sintomas: pupila dilatada e olhos vermelhos.
Tratamento: colírios que melhorem a drenagem dos olhos.

Uveíte: manifesta-se quando o cachorro tem outra doença, como, por exemplo a erliquiose — um mal transmitido pelo carrapato. Também é grande o risco de ser confundida com conjuntivite. Pode levar à cegueira.
Sintomas: olho vermelho, pode ter sangramento intraocular e deslocamento de retina.
Tratamento: é fundamental identificar a causa primária da doença e tratá-la. O colírio ajuda a amenizar os efeitos da doença nos olhos do animal, mas não cura.

Agradecimentos: Clínica Veterinária Personal Dog e Link Vet Ophthanimal
fonte: www.correiobraziliense.com.br

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cuidados que seu cão merece na velhice


Cuidados que seu cão merece na velhice
Revista Cães & Cia.
Alexandre Rossi explica as alterações comportamentais dos cães idosos e os cuidados que podemos proporcionar a eles
Cão também envelhece
Cães, como nós, envelhecem. E estão sujeitos a doenças, dores e alterações comportamentais. Dar atenção às mudanças da idade permite suprir novas necessidades e, com isso, proporcionar a eles melhores condições de vida.
Semelhanças com os humanos
O processo de envelhecimento canino é bastante semelhante ao nosso. Vários inconvenientes e doenças são iguais. Os cães também podem sofrer de artrite, mal de Alzheimer e depressão. Problemas como esses e outros, decorrentes da idade, são diagnosticáveis desde o início pela observação das mudanças comportamentais e pela realização de checapes veterinários.
Envelhecimento conforme o porte
Cães pequenos envelhecem mais lentamente e vivem mais do que os grandes. Um Poodle pequeno, por exemplo, pode viver 18 anos. Já um Dogue Alemão vive apenas nove anos, em média.
Alterações no metabolismo
Com o envelhecimento, normalmente, o organismo produz menos calor e gasta menos energia. O cão fica propenso a sentir mais frio e a engordar com mais facilidade, mesmo que continue comendo sempre a mesma quantidade de ração. Por sentir frio, passa mais tempo encolhido e treme frequentemente.
Oferecer uma casinha protegida do vento, com o fundo coberto por material isolante impermeável, contribui para o bem-estar do cão idoso. Roupas também podem ajudar. É mais importante proteger os cães do frio quando estão inativos ou dormindo – raramente eles sentem frio durante a prática de atividades. Para controlar a tendência de engordar. Procure diminuir um pouco a quantidade de alimento oferecido ou substitua-o por ração diet.
Dores nas articulações
O desgaste e a inflamação das articulações também são comuns nos cães idosos. Na maioria dos cães, existe tratamento para amenizar o desconforto e estimular o crescimento da cartilagem desgastada. Animais com esses problemas preferem não andar muito porque as caminhadas lhes causam dor. Outro sintoma comum é a dificuldade que o cão tem para se levantar após fazer atividade física. De certa maneira, não praticar exercícios pesados ajuda a evitar que o problema piore. Mas alguns cães ficam tão excitados com bolinhas e outros estímulos que podem não respeitar as limitações corporais. É preciso conter a excitação evitando corridas e saltos, para o cão não se machucar facilmente. Fique atento se ele tiver tomado analgésico. Ao sentir-se aliviado da dor, poderá exagerar nos exercícios e piorar a situação.
Oferecer uma cama macia colabora para diminuir a pressão sobre as articulações, que é uma causa das dores provocadas por má circulação. Nesse caso, colocar um colchão na casinha do cão é uma boa alternativa. Para evitar as dores articulares, que se manifestam mais quando o cão se levanta, a tendência é ele passar mais tempo parado. Se antes do problema o cão se levantava e ia para outro lugar quando molestado por crianças, por exemplo, poderá passar a rosnar para afastar quem o incomoda. Por isso, convém oferecer aos cães que se encontram nessa situação locais resguardados de perturbações.
Mudanças nos sentidos
Visão, olfato e audição também podem ficar prejudicados com a idade. É comum o atropelamento de cães mais velhos, por não perceberem a aproximação do carro.
O cão de guarda idoso pode levar mais tempo para reconhecer pessoas amigas, inclusive os proprietários. Por isso, ajude-o a identificar você. Ao entrar na área onde ele fica, fale com ele e evite estar trajado de modo muito diferente do usual, como com chapéu e, sobretudo se não for esse o seu costume.
Envelhecimento cerebral
O cérebro também sofre alterações com a idade e passa a ser cada vez menos flexível a novas rotinas e aprendizados. Mudar de casa, de ambiente ou de proprietário pode deixar o cão ansioso ou desorientado. Mesmo estando num lugar que conheça bem, o cão está sujeito a desorientar e a cair de uma sacada ou na piscina, por exemplo.
São males típicos do envelhecimento os distúrbios de caráter depressivo, compulsivo, bipolar (quando ocorre alternância entre depressão e mania), e o mal de Alzheimer, entre outros. Alguns sintomas decorrentes de tais males são o choro contínuo sem razão, distúrbios de sono, comportamentos repetitivos sem função alguma, como ficar lambendo a pata e ficar tentando por horas passar por espaços menores que o corpo. Para a maioria desses distúrbios, existem tratamentos feitos com remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos (de plantas). É interessante notar que a maioria dos remédios utilizados são os mesmos adotados para pessoas. Advertência: não dê medicamento sem aval do seu veterinário.

fonte: www.caocidadao.com.br

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Reações pós-vacinais


Reações pós-vacinais
O procedimento vacinal está longe de ser considerado algo simples e corriqueiro. Muitas vezes, apenas quando nos deparamos com problemas relacionados à vacinação (como em casos de alergias, por exemplo) é que nos damos conta de que a vacinação não está fora de riscos. Dentre eles, devemos nos lembrar dos casos de alergia, da ocorrência de vasculite localizada no ponto de aplicação (comumente levando à ocorrência de alopecia no local da aplicação), dos danos causados aos fetos de mães vacinadas com vacinas vivas-atenuadas e, em casos mais graves, da ocorrência de sarcomas no ponto de aplicação (MEYER, 2001). Estas reações adversas são consideradas raras, e na maioria das vezes nunca foram observadas por grande parte dos veterinários, no entanto, devemos estar alertas a elas, mantendo os proprietários informados de que podem ocorrer a cada vacinação. Neste âmbito, acredito que o conhecimento é a melhor ferramenta do Médico Veterinário De modo geral reações associadas ao uso das vacinas podem ser divididas em locais e sistêmicas ou "normais" e "inapropriadas" - Alguns dos principais efeitos adversos da vacinação (TIZARD, 2002). Reações locais Dor, edema, inchaço e granulomas São consideradas as reações mais comuns. Uma forma de toxicidade imediata é a ardência produzida por alguns agentes inativadores, tal como o formaldeído. Isso pode representar problemas não só ao animal a ser vacinado, como também, se o animal reagir violentamente, ao vacinador. Mais comumente pode-se observar o desenvolvimento de inchaços locais no ponto de aplicação. Esses inchaços podem ser firmes ou de consistência pastosa (edematosos), quentes ao toque, e costumam durar cerca de 1 semana, surgindo 1 dia após a vacinação. A formação de um nódulo no local da aplicação, em geral, é decorrente de uma resposta inflamatória desencadeada pela vacina, sendo considerada normal e até esperada em até 3% dos animais. Os nódulos pós-vacinais costumam desaparecer em 15 dias, a não ser que evoluam para a formação de um granuloma (reação de hipersensibilidade tipo IV ou tardia) no local de aplicação. Considera-se normal a manutenção de um pequeno granuloma no local de aplicação por um período de até 3 meses (desde que não evolua em tamanho), e a partir de então, preconiza-se a realização de medidas diagnósticas precisas, como a biópsia incisional ou excisional. A produção de dor imediata no momento da aplicação pode estar relacionada à distensão do tecido subcutâneo, pela proximidade entre o local de aplicação e algum nervo periférico, a alterações na osmolaridade ou pH da vacina, ou ainda, pela diferença de temperatura entre a vacina e o corpo do animal. A formação de abscessos está relacionada à entrada de agentes contaminantes (fungos, bactérias, etc) no tecido subcutâneo no momento da aplicação da vacina. Muitas vezes, no entanto, o abscesso pode ser decorrente de traumatismos posteriores à vacinação, muito comumente observados em casos de animais de que coçam ou mordem o local de aplicação (em resposta ao incômodo desencadeado pela vacina).
Mas nunca deixe de fazer o acompanhamento das vacinas de seu pet, tente junte com o veterinário encontrar algo que não de reação colateral em seu pet, porque ele precisa das vacinas pra criar suas imunidades e defesas.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Hora do acasalamento




Algumas recomendações antes do acasalamento
Veja:
Escolha sempre um macho da mesma raça da sua fêmea com porte físico igual ou com pouca diferença.

Olhe sempre se as vacinas estão em dia dos dois pra não ocorrer nenhum risco dos filhotes vim com algum tipo de doença.
Tenha sempre o acompanhamento de um veterinário.
Época boa para acasalamento após o 2° Cio da cachorra.
O ciclo canino acontece com a frequência de, aproximadamente, seis em seis meses. A vulva fica congestionada e inchada e expele um corrimento seroso, que em seguida se torna sanguinolento. Mas essa secreção também é sujeita a variações, e em algumas cachorras é abundante, em outras pode nem aparecer (cio seco), e às vezes é tão diminuta que nem se percebe.
Apos perceber que ela entrou no Cio pode ocorrer o ato após seu 11° dia, porque ela estará numa época boa, porque 50% dos seus óvulos são liberados pelos ovários, então a chance da cachorra fica prenha na primeira cruza é muito grande, e isso evita de judiar da cachorra antes da hora, e recomendado que a cachorra cruze três vezes, de tal forma cruze um dia e pula um durante três vezes.
Alguma cachorra quando chega essa época elas podem mudar de humor algumas fica um doce, outras ficam muito bravas por causa da mudança hormonal dela, pode acontecer de a Fêmeas,  não deixar o macho fazer a montaria, e você desejando tanto que ela tenha alguns filhotes, terá de optar por inseminação artificial, isso acontece muito por a Fêmea não deixar o macho fazer a montaria, algumas vezes pelo macho não alcançar. 
Mas isso já e um fato em comum entre os criadores hoje de algumas raças como os Bulldogs Francês ou Bulldogs Inglês e Pug e outras raças.
O que devemos ter cuidado hoje pra não colocar cachorros com algumas doenças pra cruzarem para não aumentar os números de animais com as mesmas doenças.
Quem não deve acasalar: animais portadores de enfermidades transmissíveis geneticamente como: displasia coxofemoral, ausência de um testículo (criptorquidismo), alergias graves, catarata precoce e epilepsia; animais com problemas cardíacos graves; fêmeas com excesso de peso; cães com doenças sexualmente transmissíveis como Tumor de Sticker e Brucelose, e algumas outras.
A gestação deve ter sempre acompanhada por um veterinário de sua confiança para poder fazer o acompanhamento da gestação que ocorre no período de no máximo 63 dias após o primeiro acasalamento podendo ocorrer o parto a partir 58° dia de gestação.
Mas hoje com a ajuda da tecnologia estamos bem amparados pelos veterinários,
Que usa ultrassom e raios-X dando o tempo de gestação e quantidade de filhotes quase sempre exatos.
Mas o, mas correto e esperar ate o ultimo dia para não correr o risco de filhotes prematuro.
Geralmente a cadela começa mostra os sinais que está prenha a partir do 20° dia que é quando a barriga começa a aparecer mais, ficando redondinha, e ela começa a ficar, mas quieta, isso também acontece por causa de seus hormônios, ficando indisposta para brincar e correr.

Momento do parto.
Como saber que esta na hora certa.
Veja alguns sinais:
A cachorra ficara tentando fazer ninho.
Vai ter sinais pela vagina de uma secreção escorrendo
Terá contrações nesse momento e a hora certa de correr para seu veterinário para ele poder acompanhar o parto de sua cachorra, e 
ela assim vai poder ter seus filhotes com segurança.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Principais doenças que acontece entre cães e gatos


Principais doenças que acontece entre cães e gatos

 
PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM OS CÃES
Raiva – A raiva é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, sempre fatal, caracterizada principalmente principalmente por sinais nervosos ora apresentados por agressividade, ora por paresia e paralisia. É causada por um RNA-vírus da família Rhabdoviridade e acomete todos os mamíferos, inclusive o homem. A transmissão se dá através dos próprios animais doentes e também por portadores inaparentes sendo introduzidos pela saliva via subcutânea para dentro do organismo do animal. É muito comum adquirir raiva após sofrer uma mordida de um animal.

Parvovirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa vírica. Causa febre, apatia, perda de apetite, vômitos e diarréia sanguinolenta; apresenta alta mortalidade. O cão desidrata rapidamente e deve receber cuidados imediatos. Muitos necessitam de internação, pois a doença aparece de forma abrupta e violenta. Esta doença tem prevalência mundial desde o final dos anos 70.
Cinomose – É uma doença viral multi-sistêmica, altamente contagiosa que atinge os cães, não transmissível ao homem. Se manifesta principalmente por febre, coriza aguda, bronquite, pnemonia severa, gastrenterite e sinais de comprometimento do sistema nervoso central. Não necessariamente todos os sintomas estão presentes. O vírus da cinomose atinge vários órgãos: rins, pulmões e, principalmente, o sistema nervoso, daí os sinais do tipo “tiques”, andar cambaleante, ataques convulsivos, etc. Uma vez diagnosticada a doença através dos sintomas, histórico e exames laboratoriais, o animal recebe tratamento de suporte, dando condições para o organismo reagir.
Parainfluenza – É um dos agentes causadores da chamada “tosse dos canis”. O vírus, não contagioso ao homem, causa uma tosse não produtiva (sem catarro), com febre baixa ou ausência dela. O quadro persiste por duas semanas e o prognóstico é bom. Os animais se contaminam pelo contato direto com cães infectados. A associação de outros agentes (bordetella, adenovirus ou mycoplasma) com a parainfluenza é comum, e pode causar um quadro mais severo, como perda de apetite, apatia, tosse dolorosa e febre alta.

Hepatite Viral Canina – Esta doença é causada por um vírus que não atinge o homem. O vírus atinge principalmente os rins e o fígado do animal. Sua ocorrência é bem menos freqüente que outras viroses como a parvovirose, e a hepatite viral não apresenta risco de mortalidade alto. Seu período de incubação varia de 2 a 5 dias. O vírus atinge o fígado e outros órgãos, especialmente os rins. O animal pode apresentar desde sintomas leves até um quadro bastante severo. Os sinais clínicos incluem febre, diarréia, apatia, inapetência, vômitos amarelo-esverdeados, e, em uma pequena porcentagem de cães, alteração na cor dos olhos (que se tornam azuis devido a um edema de córnea) perfeitamente reversível na maioria dos casos. O tratamento se dá para a fortificação do organismo do animal a fim de que a doença não progrida e, conseqüentemente, não cause maiores conseqüências.

Adenovírus Tipo II – É um dos agentes etiológicos da tosse dos canis (traqueobronquite infecciosa).

Leptospirose – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, com grave sintomatologia entérica, hepática e renal, muitas vezes acompanhada de hemorragias generalizadas e icterícias (amarelidão na pele e na esclerótica), causada por L. interroganas, sorotipos canicola e icterohaemorragiae, Lpomana, L. gippotyphosa, algumas vezes ocorrem sinais encefálicos e abortos. Também é uma zoonose (doença comum entre o homem e o animal).
Coronavírus – É uma doença contagiosa aguda dos cães, causada por um vírus epiteliotrópico que invade preferencialmente os enterócios (células do epitélio intestinal das pontas vilosas, causando destruição e atrofia). A fusão dos vírus resultantes causa diarréia de severidade variável.
Giardíase – É uma doença causada pelo protozoário flagelado, Giardia Lambila. O cão infecta-se facilmente ingerindo cistos de Giárdia, que podem estar presentes na água, nos alimentos ou no pêlo dos animais. A Giardíase causa a síndrome da má absorção, má digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal e flatulência. Além de perda de apetite, vômito e letargia.
Tosse dos Canis – É uma doença de fácil transmissão entre os cães de todas as idades. Resulta da inflamação das vias aéreas superiores (traqueobronquite). O animal apresenta tosse seca que pode ser seguida de ânsia ou vômito e anorexia parcial. Pode evoluir para broncopneumonia e ser fatal em cães filhotes e idosos.
PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM OS GATOS
Rinotraqueite – Virar Felina – Herpesvírus felino tipo I altamente contagioso, ocorrendo principalmente em gatinhos entre um e três meses de idade. A doença pode passar despercebida ou assumir forma grave, matando o filhote em cerca de uma semana, devido a ocorrência de pneumonia. Os sintomas incluem conjuntivite, lacrimejamento, espirro, tosse e rinite serosa, anorexia, febre e apatia.
Imunudeficiência Felina – Esse vírus que ataca os linfócitos T. possui um período latente assintomático prolongado que pode se estender por anos que resulta na síndrome de imunodeficiência caracterizada por infecção crônicas e recorrentes. A mordedura é o principal modo de infecção do vírus.
Leucemia Felina – Retrovírus de importante morbidade e mortalidade nos gatos domésticos. Sua transmissão se dá principalmente pela saliva. O vírus se mantém na natureza através de gatos virêmicos que vivem longos períodos sem apresentar a enfermidade. As manifestações clínicas são atribuíveis aos efeitos oncogênicos e imunossupressivos do vírus, com desenvolvimento de baixa da imunidade expondo o gato às mais diversas infecções.
Panleucopenia Felina – É uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, caracterizada principalmente por sinais gastroentéricos e panteucopenia. Ela é causada por um Parvovírus, e acomete principalmente gatinhos entre um e seis meses de idade. A transmissão se dá por contato direto ou através de fômites e vetores. Os sintomas são caracterizados por apatia, anorexia, febre alta, vômito e diarréia. O exame hematológico mostra uma severa leucopenia. Possui uma alta mortalidade nos gatinhos filhotes.
Clamidiose Felina – Causada pela Chalamydia psittaci, causadora de sintomas respiratórios dos gatos. Sua principal manifestação é uma conjuntivite persistente, mucopurulenta aguda ou crônica. Febre, rinite e espirros são observados.
Calicivirose Felina – O agente causador é um calicivírus felino, acometendo principalmente gatos de um a seis meses de idade. A infecção pode apresentar úlceras orais que é muito característica do calcivírus, rinite suave com espirros e conjuntivite.

fonte: equipeveterinariafv2010.blogspot.com.br/

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Hospital veterinário público do Tatuapé ``perde” cachorro que sofreu maus-tratos


Hospital veterinário público do Tatuapé ``perde” cachorro que sofreu maus-tratos
19 de setembro de 2012 às 16h20min.
Por Paola Del Giorno, advogada.
O Negão é um Rottweiller que foi espancado pelo “proprietário” dentro de uma Kombi até chegar ao ponto ter sua mandíbula e maxilares quebrados, ter perdido quase todos os dentes, ter ficado com confusão mental e cegueira, sequelas das pancadas na cabeça. O caso ficou conhecido, pois foi pauta do programa “Balanço Geral” da Rede Record no dia 04/09.

Negão (Imagem: Divulgação)
Dia 01/09, os vizinhos tomaram conhecimento do espancamento do animal e intercederam chamando força policial. Na mesma data, Negão foi levado ao Hospital Veterinário Público do Tatuapé que foi implementado pela prefeitura em convênio com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa-SP), onde permaneceu internado para tratamento.
De acordo com informação que me foi passada pela Dra. Natália em 05/09, quando fui visita-lo no hospital, o Negão havia sido submetido à cirurgia de reconstrução da mandíbula e maxilar com próteses de resina. Estava com dificuldade de se alimentar devido às fraturas e ausência de dentes, motivo pelo qual, iniciei uma campanha para arrecadar latinhas de ração e papinhas de bebê para levar pro Negão. Ninguém estava responsável pela internação dele. Deixei meu nome e telefone com a atendente Juliana, que ficou de verificar com a diretoria do Hospital a possibilidade de me deixarem responsável por ele. Fui informada que eu só poderia visita-lo após o feriado, ou seja, a partir de 10/09. Coloquei-me, ainda, como interessada na adoção dele tão logo ele tivesse alta.
Na data de 11/09, fui visitar e levar as dezenas de doações recebidas no Hospital Veterinário, quando tive a seguinte informação: o Negão FUGIU em 07/09 – sexta-feira – durante o transporte dos animais para o novo prédio onde ficaria o setor de internação. Após esperar quase 3 HORAS por uma explicação sobre o ocorrido, a Dra. Tamiris Vilela me atendeu quando apresentou a seguinte justificativa: as duas pessoas que estavam realizando o transporte ficaram com MEDO do cachorro, pois ele “estava chegando com a boca muito perto da grade da gaiola”, e quando a gaiola foi colocada no chão a portinha se abriu e o animal escapou. Ainda de acordo com a Dra. Tamiris, vários veterinários pegaram seus carros e foram atrás do Negão, e perto do Clube do Corinthians chegaram a cercá-lo por 3 vezes, mas foi impossível resgatá-lo, pois ele ameaçava atacar.
Questionei o fato de um animal com mandíbula e maxilares quebrados e praticamente sem dentes conseguir MACHUCAR uma pessoa num possível ataque; como eles, na condição de veterinários, que têm prática no manuseio, não conseguem resgatar um animal; e qual é o tipo de gente contratada para realizar esse transporte, já que seria um pré-requisito essencial, que essas pessoas não tivessem MEDO de cachorros e tivessem experiência ao lidar com os mesmos.
Não obtive resposta alguma. No entanto, a própria Dra. Tamiris concordou ser inadmissível uma situação dessas.
O que me resta diante dessa situação é demonstrar toda a minha INDIGNAÇÃO e mais ainda, minha TRISTEZA e MEDO de imaginar o que pode acontecer a um animal nessas condições (fraturado, em recuperação de cirurgia, babando, sangrando, sem dentes, parcialmente cego, com sequelas neurológicas e naturalmente, agressivas por conta do medo) vagando pelas ruas.
O Hospital precisa e deve ser RESPONSABILIZADO por esse acontecimento, uma vez, que o serviço que eles prestam “gratuitamente” à população de baixa renda, não se trata de um FAVOR. Cabe salientar, que o Anclivepa-SP recebe um repasse mensal de R$ 600 mil reais.
Negão escapou com uma coleira de couro marrom, uma atadura em volta do pescoço, acesso venoso na pata preso com esparadrapos. Foi visto pela última vez próxima ao clube do Corinthians, na Marginal Tietê, na sexta-feira, dia 07 de setembro.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Câncer em animais: prevenção e tratamento





Câncer em animais: prevenção e tratamento
Existem diversos tipos de câncer que podem ser diagnosticados em cães e gatos. Conheça os mais comuns e veja como prevenir e tratar
Mariana Viktor
Conteúdo do site ANAMARIA

Eles também estão sujeitos a tumores
Foto: Getty Images
Assim como a gente, nossos animais de estimação também correm risco de desenvolver câncer. Essa palavra te causa arrepios? Não precisa entrar em pânico.

"Nem sempre o câncer é fatal, principalmente quando é tratado no início. Além disso, alguns tipos podem ser evitados", explica o médico veterinário Heidge Fukumasu, professor da Universidade de São Paulo (USP). Ele ensina como detectar tumores logo cedo, tratá-los e, principalmente, de que maneira você pode contribuir para deixar essa doença longe do seu bicho.
Tumores que podem ser prevenidos
Câncer de mama
- Sinais: apatia, inchaço e feridas na região das tetinhas.
- Diagnóstico: avaliação clínica, raio X e biópsia, seguida de exame histopatológico.
- Causas: alimentação gordurosa e desbalanceada, obesidade e uso de remédios para evitar a gravidez.
- Vítimas: gatas e cadelas.
- Idade de risco: a partir dos 9 anos.
- Para evitar: castre antes do primeiro cio, dê ração de qualidade e não deixe sua fêmea ficar gorduchinha.
- Tratamento: conforme o caso, é preciso fazer cirurgia e, depois, sessões de quimioterapia ou radioterapia. O médico veterinário é quem irá definir o melhor para seu bicho. O tratamento também pode acontecer sem a necessidade de operar. Nesse caso, o bicho passa por sessões de eletroterapia e eletroquimioterapia.

Linfoma (câncer nos gânglios)
- Sinais: gânglios inchados no pescoço. Em gatos, massa abdominal (na barriga).
- Diagnóstico: biópsia, raio X e exames histopatológico e imunoistoquímico.
- Causas: em cachorros, pode ser a exposição a ondas de rádio, raios X ou micro-ondas, ou intoxicação por veneno para ervas daninhas (ácido diclorofenoxiacético). Nos gatos, leucemia e imunodeficiência felinas facilitam o quadro.
- Vítimas: totós de ambos os sexos e felinos machos que vão para a rua.
- Idade de risco: em geral, entre 5 e 12 anos. Nos gatos, pode aparecer antes dos 2 anos.
- Para evitar: vacine seu bichano todo ano com a quíntupla felina, que protege da leucemia (não há vacina contra imunodeficiência). Impeça o animal de sair de casa. Se você tem cachorro, não use no jardim o herbicida 2,4 D, e evite fazer raio X sem necessidade.
- Tratamento: quimioterapia.

Hiperplasia prostática
- Boa notícia: parece câncer, mas não é! Câncer de próstata é raro em animais.
- Sinais: aumento da próstata e dificuldade de urinar ou defecar.
- Diagnóstico: análise clínica, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: hormonais.
- Vítimas: machos em geral.
- Idade de risco: aos 6 anos.
- Tratamento: castração.
Tumores sem prevenção

Fique sempre atenta às reações incomuns
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Mastocitoma (tumor de pele)
- Sinais: formação de um ou mais pelotinhos, que podem virar feridas e variam de cor e tamanho. Em quadros avançados, o bicho apresenta desânimo e cansaço.
- Diagnóstico: análise clínica, raio X, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: ainda são desconhecidas.
- Vítimas: ele atinge tanto os cachorros quanto os gatinhos.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos nos cães e a partir dos 4 anos em gatos.
- Tratamento: há duas opções. A primeira é fazer eletroterapia e eletroquimioterapia. A outra envolve cirurgia, seguida de sessões de quimioterapia ou radioterapia.

Melanoma (tumor de pele)
- Sinais: manchinhas de borda irregular e cores variadas. Aparecem em várias partes do corpo do animal, como a boca, os lábios, as costas, a cabeça e o pescoço.
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 Diagnóstico: análise clínica, raio X, biópsia e exames histopatológico e imunoistoquímico.
- Causas: desconhecidas.
- Vítimas: cachorros.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos.
- Tratamento: cirurgia em alguns casos, de acordo com a avaliação do médico veterinário. Em geral, tem tratamento difícil.
Quimioterapia: sim ou não?
Nos animais, a quimioterapia pode provocar mais efeitos negativos do que benéficos. "Em alguns casos terminais, o veterinário desaconselha o procedimento, tratando apenas os efeitos secundários, para dar conforto ao animal", esclarece o médico veterinário Heidge Fukumasu, da Univerisdade de São Paulo. Pense nisso ao tomar sua decisão junto com o profissional.
O que fazer depois da notícia

Carinho ameniza o sofrimento do bicho
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- Consulte uma segunda ou terceira opinião.

- Ofereça uma comidinha mais gostosa caso ele perca o apetite.