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Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

terça-feira, 11 de setembro de 2012

DOENÇAS RESPIRATÓRIA EM CÃES E GATOS


Doenças respiratórias bacterianas de cães e gatos

 O sistema respiratório de cães e gatos sadios possui inúmeras bactérias que, em situações normais, não causam problemas aos animais, mas podem dificultar a interpretação de exames de suas secreções. Esses exames podem, eventualmente, ser necessários para que os veterinários possam fazer o diagnóstico e tratamento adequado das doenças. A dificuldade de interpretação dos exames ocorre porque, em geral, os microrganismos que vivem normalmente nas vias respiratórias são os mesmos que causam as doenças nos animais debilitados e com baixa imunidade. Portanto, ao interpretar os resultados dos exames, o médico veterinário deve se lembrar que uma invasão bacteriana, normalmente, ocorre devido a um processo que prejudicou ou inibiu os mecanismos de defesa normais. O sistema respiratório é uma porta de entrada para agentes invasores, principalmente os vírus. Além disso, as infecções no organismo causadas por microrganismos como vírus, fungos, parasitas ou protozoários podem enfraquecer o mecanismo de defesa pulmonar, permitindo o desenvolvimento de infecções bacterianas. O tratamento nesses casos é feito com antibióticos e a sua duração depende da gravidade do caso. Sendo assim, o propósito deste artigo é abordar algumas importantes doenças respiratórias bacterianas de cães e gatos, assim como seus tratamentos. Infecções respiratórias bacterianas Rinite bacteriana A rinite bacteriana ocorre, na maioria das vezes, em função de traumas, inalação de substâncias estranhas, infecções por vírus, fungos ou parasitas e doenças dentais. Os sintomas incluem espirro, secreção nasal ou ocular e tosse. O tratamento se baseia na limpeza e desobstrução das narinas e uso de antibióticos. A nebulização ou a vaporização auxilia na fluidificação do catarro, facilitando a eliminação da secreção. Uma das complicações da rinite é a sinusite crônica. É mais comum em gatos do que em cães. O tratamento é, via de regra, frustrante e muitos pacientes não apresentam resposta satisfatória a qualquer tipo de tratamento instituído. Antibióticos devem ser usados por longo período de tempo (2 a 4 meses). A cavidade nasal deve ser lavada com soro fisiológico para a remoção da secreção e inibição do crescimento bacteriano. Pneumonia bacteriana A pneumonia pode ser causada por diversos invasores infecciosos, como bactérias, e é menos frequente em gatos quando comparado aos cães. Essas bactérias podem penetrar no trato respiratório dos animais ao serem inaladas ou aspiradas. Pode ocorrer também em função da presença de vírus, distúrbios metabólicos severos, terapia imunossupressiva ou quimioterápica, entre outras causas. Os principais sintomas observados são a tosse úmida, falta de ar, secreção nasal, falta de apetite, depressão e desidratação. O diagnóstico é realizado com base nos sintomas, alterações observadas no sangue dos animais e através de radiografia do tórax. O tratamento é baseado no uso de antibióticos, de preferência mediante a identificação do agente envolvido. A Schering-Plough disponibiliza no mercado veterinário a linha Flotril ®, antibiótico de amplo espectro de ação (atua em diversos microrganismos) à base de enrofloxacino. Altamente eficaz e indicado para tratamento das infecções de cães e gatos causadas por bactérias sensíveis ao princípio ativo, como diarréias, pneumonias, bronquite, cistite, otite, dermatites, etc. Disponível nas apresentações comprimidos de 50 e 150 mg e injetável 2,5%.

 
doenças respiratoria em cães e gatos

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

LEI PROTEÇÃO DE ANIMAL

Leis de proteção animal no Brasil e no mundo – Parte I

10 de setembro de 2012 às 6:00


Por Fátima Chuecco (da Redação)
O que esperar das leis brasileiras no que diz respeito à proteção animal? Se o projeto de lei, recentemente aprovado no Senado, que visa um a quatro anos de prisão para quem maltrata animais for legitimado, conseguiremos colocar assassinos atrás das grades? Ou ainda temos um extenso terreno a percorrer até que punições mais severas sejam de fato aplicadas, como já acontece em outros países?
Em alguns lugares, quando há flagrante, quem maltrata aguarda julgamento na cadeia. Em outros, menor de idade responde por qualquer crime, inclusive de maus-tratos a animais. No mundo inteiro surgem manifestações pelo bem-estar animal. Até nos países mais criticados por abuso, como a China, está havendo pequenos avanços. Mas será possível, finalmente, colocar assassinos de animais na cadeia no Brasil?
 
Para entender melhor como foi o processo até chegar numa possível alteração da Lei 9.605/98 de maus-tratos a animais vamos voltar um pouquinho no tempo. De dois anos para cá assistimos as piores atrocidades contra animais ao mesmo tempo em que parecia crescer o número de defensores.
A mídia embarcou no tema e trouxe à luz casos inspiradores e dramáticos. Vimos resgates fantásticos, mas também crueldades inimagináveis. Casos como do Lobo (arrastado por veículo), da Jade (queimada), do Titã (enterrado vivo), da Lana (espancada até a morte) e a descoberta de uma serial killer que matou centenas de animais perfeitamente saudáveis, enganando protetores que acreditavam estar colocando os bichinhos em boas mãos (Caso Dalva).
Foram cenas revoltantes, mas que ajudaram o Brasil a acordar. A vontade de acabar com a impunidade se espalhou como um vírus (do bem) e se transformou num movimento que ganhou as ruas em janeiro desse ano em diversas cidades brasileiras: o Crueldade Nunca Mais. Quem participou se emocionou. Foi um marco na proteção animal no Brasil reunindo só na Avenida Paulista, em São Paulo, cerca de 10 mil pessoas.
 
Especialistas comentam a alteração na Lei
Dessa emergente necessidade de se fazer alguma coisa pelos animais surgiu uma comissão composta por juristas e outros profissionais que criaram um texto sugerindo alterações na lei 9.605/98 e ampliando a pena de três meses a um ano de detenção para um a quatro anos de prisão. A alteração foi apresentada às pressas mediante a Reforma do Código Penal e que poderia transformar os maus-tratos em meras infrações administrativas. Ou seja, o que já era ruim ficaria ainda pior.
O primeiro passo foi dado em maio com a aprovação no Senado e agora o texto passa por mais algumas etapas até chegar à Presidência da República. Para compreender o que de fato muda com esse novo texto, Luiza Nagib Eluf, procuradora de Justiça do Ministério Público de SP, que fez parte da comissão elaboradora do anteprojeto e Wladimir Viveiro, advogado e procurador jurídico, dão seus pareceres a respeito.
Com a alteração da pena de prisão, o infrator será preso mesmo se tratando de réu primário? Ele terá direito de reverter a pena para trabalhos comunitários?
Luzia – Com previsão de pena de um a quatro anos de prisão há a possibilidade de conversão da pena privativa de liberdade em restritiva de direitos, com prestação de serviços à comunidade. Tal fato não significa impunidade, a prisão não é a única forma de punir.
Wladimir – O aumento da pena de prisão não coloca os infratores na cadeia, pois, mesmo que condenados à quatro anos, poderiam cumprí-la em regime aberto conforme as normas do Código Penal Brasileiro, além de que, sendo réus primários, dificilmente a pena atingiria o máximo previsto. O que aconteceria, efetivamente, é que o infrator teria uma “passagem”, ficaria “fichado”, mas isso já se consegue com a lei atual.
 
E se o infrator já tiver passagem pela polícia?
Wladimir – A condenação por outros crimes não o leva, necessariamente, para a cadeia, até mesmo porque há o entendimento de que não se trata de uma reincidência específica.
A enfermeira Camila, que matou a yorkshire Lana, seria condenada à cadeia se esse projeto de lei estivesse em vigor na época?
Wladimir – Ela poderia ser condenada a quatro anos já que teve também o constrangimento da menor que assistiu aos maus-tratos. Mas certamente cumpriria a pena em regime aberto. Para conseguir que cumprisse pelo menos parte da pena em regime semiaberto ou fechado, ela teria que ser condenada a, no mínimo, quatro anos e um mês de prisão. Há um projeto de lei de iniciativa popular solicitando pena de dois a seis anos (http://protecao.no.comunidades.net). Nesse caso haveria mais chances de colocar infratores como a Camila na cadeia.
Por que esse projeto de iniciativa popular ainda não propôs alterações na Lei 9.605/98?
Wladimir – Ocorre que não é cultura no Brasil participar de projetos de iniciativa popular embora os mesmos tenham mais força perante o Orgão máximo de aprovação que é o Poder Legislativo e a Presidência da República. São necessárias 1, 5 milhão de assinaturas em papel (não pode ser feito de forma eletrônica, pela internet, por exemplo) e isso dificulta a coleta.
 
O que poderia ser melhorado no projeto de lei já aprovado no Senado?
Wladimir – Há uma forma de aproveitar esse projeto de lei para que possa garantir a prisão dos infratores. Pelo menos os maus-tratos de extrema violência (animais espancados até a morte, queimados vivos, arrastados por carros, mutilados etc) poderiam ganhar um parágrafo em que ficasse determinado que o cumprimento da pena, qualquer que fosse sua dosagem, tivesse início em regime fechado, devendo o condenado sujeitar-se às regras de progressão, ou seja, passando do regime fechado (cadeia) para o semiaberto (colônia agrícola) e depois para o aberto (albergue). Uma pena de prisão mínima de um a três meses não poderia ser, em hipótese alguma, convertida em multa, trabalho comunitário ou prisão aberta ou semiaberta, mesmo em se tratando de réu primário. Um parágrafo que obrigasse a uma pena mínima dessas poderia, ao menos, ter um efeito psicológico sobre a população contribuindo para que os casos de maus-tratos diminuíssem.
Se por ventura o agressor for condenado e preso, a quem deverá ser entregue o animal?
Luzia – Se o agressor for preso e não houver ninguém mais para cuidar do animal, certamente ele será institucionalizado, provavelmente encaminhado para o Serviço de CCZ ou a alguma entidade que receba animais sem tutor, a fim de ser oferecido em adoção.
 
No caso do agressor ser considerado culpado, porém não ser preso por decisão judicial, ele perderá a guarda do animal no caso desse sobreviver?
Luzia – O Projeto de Código Penal não fez previsão expressa de perda da guarda do animal. No entanto, acredito que poderia ser aplicada essa perda de guarda como uma das penas alternativas, restritivas de direito. O condenado por maus-tratos não tem condições de continuar cuidando do animal.
Por quais outras etapas o projeto de lei deverá passar até que seja colocado em prática? Qual a estimativa da data para sua aplicação?
Luzia – O projeto de lei está, no momento, sendo objeto de análise pelo Senado. Foi criada uma Comissão de Senadores específica para estudar o trabalho da Comissão de Juristas. É difícil fazer uma previsão de quanto tempo o projeto levará no Senado, mas sabemos que após os trabalhos dos senadores o projeto será enviado à Câmara dos Deputados onde será novamente analisado e, eventualmente, modificado. Em seguida, voltará para o Senado para aprovação final. Sendo otimista, calculo uns dois anos.
fonte:www.anda.jor.br/
LEI DE PROTEÇÃO DE ANIMAL
 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

BULLDOG FRANCÊS


Bulldog Francês

Uma raça fora do comum, quem tem sabe que não se compara com outra, pois é um raça muito docel, não é de latir nem moder, são muito brincalhão, gosta de uma vida tranquila sem muita agitaçao, Mas adora brincar com outros cães correr um pouco, mas fiquem atento que eles não podem correr muito por causa do seu sistema respiratório.

 Cães com carinhas especiais e irresistíveis. A maioria das pessoas não está acostumada com o termo “Braquicefálico”, mas se você tem um Bulldog Francês ou qualquer outra raça com a cara “amassada”, você deve se acostumar com essa palavra. A palavra vem de origens gregas, “braqui” significando curto, e “cefálico” significando cabeça.

Tenho dois e já estou indo para o terceiro, vou falar adoro essa raça, já tive varias, mas posso falar que foi por essa que me apaixonei, estou agora para montar meu canil e acredito que será só de bulldog francês, já tive a experiência de ter uma ninhada e adorei, perto do que alguns outros criadores falam de outras raças, achei muito tranquilo cuidar da minha ninhada. Mas também têm seus preços, o parto acontece em 95% das vezes por cesariana sendo que e uma cirurgia um pouco cara pelo motivo de ser anestesia inalatória por motivos de seu sistema respiratório.

A ração tem que ter muita qualidade, por motivos de saúde do seu bichinho.

O Bulldog francês e um companheiro na verdade por que onde você estiver ali ele estará no seu pé esperando um gesto seu de carinho.
Escrito por André Sanches
http://belosbulldogfrances.blogspot.com.br/

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

  • Raiva: a raiva é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, sempre fatal, caraterizada principalmente por sinais nervosos ora representados por agressividade, ora por paresia e paralisia. É causada por um RNA – vírus da família Rhabdoviridade e acomete todos os mamíferos, inclusive o homem. A transmissão se dá através dos próprios animais doentes e também por portadores inaparentes sendo introduzidos pela saliva via subcutânea para dentro do organismo do animal. É muito comum adquirir raiva após sofrer uma mordida de um animal contaminado.

    • Parvovirose: é uma enfermidade infecto-contagiosa vírica. Causa vômitos e diarréias sanguinolenta; apresenta alta mortalidade. Tem prevalência mundial desde o final dos anos 70. O Dr.Marcos Migliano foi um dos primeiros veterinários a introduzir a vacinação contra a parvovirose no Brasil naquela época.
    • Cinomose: é uma doença viral multi-sistêmica, altamente contagiosa. se manifesta principalmente por febre, coriza aguda, bronquite, pneumonia severa, gastroenterite e sinais de comprometimento do sistema nervoso central. Não necessariamente todos os sintomas estão presentes.
    • Parainflueza: é uma doença viral aguda, não costuma dar hipertemia acima de 40°C. Comumente não apresenta pneumonia, apenas rinofaringite com exsudato nasal seroso ou seromucoso.
    • Hepatite infecciosa dos cães (Adenos vírus tipo I): é um enfermidade vírica, infecto-contagiosa aguda, própria de canídeos, que varia desde simples hipertemia e congestão de mucosas, até severa depressão, convulsão e marcada leucopenia.
    • Adenovírus tipo II: é um doa agentes etiológicos da tosse dos canis (traqueobronquite infecciosa).
    • Leptospirose: é um enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, com grave sintomatologia entérica, hepática e renal, muitas vezes acompanhadas de hemorragias generalizadas e icterícias, causada por L.interroganas, sorotipo canicola e icterohaemorragiae, Lpomana, L.gippotyphosa, algumas vezes ocorrem sinais encefálicos e abortos. Também é uma zoonose (doença comum entre o homem e o animal).
    • Coronavírus: é uma doença contagiosa aguda dos cães, causada por um vírus epiteliotrópico que invade preferencialmente os enterócios (células do epitélio intestinal das pontas vilosas, causando destruição e atrofia). a fusão dos vírus resultantes causa diarréia de severidade variável.
    • Giardíase: é uma doença causada pelo protozoário flagelado, Giardia Lambila. O cão infecta-se facilmente ingerindo cistos de giardia, que podem estar presentes na água, nos alimentos ou nos pêlos doas animais. A Giardíase causa a síndrome de má absorção, má digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal e flatulência. Além de perda de apetite, vômito e letargia.
    • Tosse dos Canis: doença de fácil transmissão entre os cães de todas as idades. Resulta da inflamação das vias aéreas superiores (traqueobronquite). O animal apresenta tosse seca que pode ser seguida de ânsia ou vômito e anorexia parcial. Pode evoluir para broncopneumonia e ser fatal em cães filhotes e idosos.
    • Preventivo para filária: uma vez por mês o animal deve tomar um comprimido de interceptor, Cardomec ou usar o Revolution topicamente, para evitar o verme do coração, principalmente os animais que viajam com os donos para o litoral onde a prevalência é maior
    FONTE: Dr. Marcos Migliano – Clínica Veterinária Faria Lima

    domingo, 2 de setembro de 2012

    HC testa terapia com cães para tratar criança

    HC testa terapia com cães para tratar criança autistaFERNANDA BASSETTE da Folha de S.Paulo

    Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).

    Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.

    O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

    O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.

    "Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.

    De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.

    A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."

    Autismo e terapia com cães
    Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

    Fonte: Folha Online

    CÃO TERAPIA

    Os cães de terapia são aqueles treinados para visitar instituições com altas taxas de depresssão e estresse como hospitais, asilos, orfanatos e presídios.
     Esses cães realizam um trabalho que consiste basicamente em dar carinho e atenção a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores e menos solitárias, dininuindo taxas de depressão e auxiliando na recuperação de doentes e na reabilitção de detentos.

    O impacto da atuação dos cães nestes casos é bastante profundo e têm demonstrado excelentes resuldados em todos os locais em que a prática foi implantada. Os projetos de Terapia assistida por animais ou TAA, estabelecidos em todo o mundo a partir da década de 80 tiveram como base as propriedades possitivas do convívio com os cães que foram demonstradas pelos trabalhos de diversos pesquisadores.





    Estes estudos mostraram que pessoas que convivam com cães ou gatos têm a pressão arterial mais regular e níveis melhores de colesterol e triglicérides que as demais pessoas (Warwick Anderson 1987-1990); Um outro estudo levando em consideração pessoas que sofrem de pressão alta e que precisam controlá-la com remédios foi realizado em 1999 por Karen Miller Allen e determinou que pessoas com cães ou gatos tinham menores variações de pressão por estresse; Um estudo mostra ainda que conviver com animais de estimação diminui a incidência de depressão em idosos (Thomas Garrity 1987); A presença de cães em casa também aumenta a sobrevida de vítimas de enfarte de miocárdio (Erika Friedmann 1995); Outros estudos afirmam que o convívio de crianças com cães desde pequenas diminui a incidência de asma e rinite alérgica (Bill Hesselmar 1991 – Sami Remes 1980); Um outro aspecto estudado é o de estimular a interatividade em pesso as autistas (june McNicholas 1995).

    O trabalho de cão de terapia é voluntário e deve envolver também o dono, é um serviço filantrópico que no Brasil está representado pelo


    projeto cão do idoso com atuação na cidade de São Paulo. Os participantes afirmam que o contato com os cães é grandemente esperado pelos idosos das casas de repouso visitadas, as visitas são fotografadas e cópias dos retratos dadas aos idosos que as guardam de lembrança. Deve-se lembrar que não é qualquer cão que pode simplesmente sair visitando estas instituições de qualquer maneira. Cães não aptos ao serviço de TAA podem desde estranhar às pessoas com as quais eles deveriam interagir até demonstrar indiferença podendo causar sentimentos de rejeição.

    Se você está interessado em ajudar entre em contato com uma insttuição especializada em TAA.

    http://www.seucachorro.com/projeto-cao-do-idoso/


    http://belosbulldogfrances.blogspot.com.br/