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São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Bebês criados com cães têm menos doenças respiratórias


Bebês criados com cães têm menos doenças respiratórias
Crianças que mantêm contato com animais produzem mais anticorpos e, portanto, ficam mais protegidas contra infecções.


 Além de grandes amigos, os cachorros agora podem ser bons aliados para proteger bebês de doenças respiratórias durante o primeiro ano de vida. É o que revela um estudo realizado por pesquisadores da Finlândia e da Alemanha divulgado no jornal Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.

A pesquisa acompanhou 397 crianças desde a gestação até 1 ano de idade e concluiu que os pequenos que possuíam cachorros em casa tiveram menos problemas do aparelho respiratório ou de infecções do que aqueles sem exposição ao animal. Além disso, eles também ficaram menos vulneráveis a contrair otites (inflamação no ouvido), rinites e tendiam a fazer menos uso de antibióticos.

Prevenção
Bichos precisam ser bem cuidados e estar com a higiene em dia

Ainda que as conclusões da pesquisa mostrem bons motivos para ter um cachorro e um gato em casa, o pediatra e membro da diretoria de defesa profissional da Sociedade Paranaense de Pediatria Luiz Ernesto Pujol ressalta que elas não são totalmente definitivas, pois fazem parte de impressões científicas buscadas pela Medicina.

De acordo com o infectologista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe Victor Horácio de Souza Costa Júnior, os problemas respiratórios como amigdalite, bronquite, pneumonia e rinite alérgica são comuns no primeiro ano de vida, mas nem por isso os animais são sempre a melhor opção para evitar esses tipos de complicações. “Os pais não podem ignorar que manter bichos em casa não é uma situação totalmente inofensiva. O animal tem de ser bem cuidado, tem de ter boa higiene e é importante lembrar também que ele elimina pelo, o que nem sempre é bom para a saúde”, analisa.

O pediatra e membro da diretoria de defesa profissional da Sociedade Paranaense de Pediatria Luiz Ernesto Pujol relata que os resultados podem ser explicados pelo fato de que o bebê, ao manter contato com o bicho, produz mais anticorpos. “O que acontece é uma sensibilização. As crianças são expostas naturalmente a uma série de agentes agressivos e vão, aos poucos, criando resistência, como se fosse uma espécie de ‘vacina’ natural.”

O menino Pedro Henrique  Massochetto  de Lima, de 5 anos, é um exemplo de que os resultados da pesquisa podem mesmo ser uma justificativa para manter os cães dentro de casa. Desde que estava na barriga da mãe, cachorros e gatos já faziam parte da família, e, quando ele nasceu, os pais não evitaram que se relacionasse frequentemente com os animais. “Nunca tivemos problemas em manter bichos perto do Pedro. Desde bebê, ele sempre teve uma imunidade espetacular e, até hoje, dificilmente fica resfriado”, afirma Ricardo Braga de Lima, pai do garoto.

Felinos

Paralelamente, os cientistas analisaram o efeito do convívio dos participantes com gatos, e as conclusões mostraram que a convivência com felinos também aumenta a proteção de infecções respiratórias, porém de maneira menos eficiente do que com cães. A resposta para isso os autores desconhecem, mas eles lembram que trabalhos anteriores já haviam mostrado que a relação com os bichanos pode proteger bebês e crianças mais velhas contra a falta de ar.

Para Lima, poder permitir liberdade entre o filho e o bicho de estimação sempre foi algo satisfatório. “O Pedro já nasceu abraçado a cachorro e a gato. Quando era bebê, ele pegava a gatinha que tínhamos e saía pela casa. Até hoje eu deixo que ele faça tudo, brincar, pegar no colo, beijar, e acho ótimo que ele tenha essa ligação. Desde que ele saiba, claro, respeitar os limites do animal.”

Animal não é brinquedo

Animais de estimação são divertidos, companheiros e, ainda por cima, podem ajudar a manter a saúde das crianças. Mas é preciso tomar alguns cuidados, porque, afinal, cão e gato não são brinquedos e exigem atenção redobrada quando frequentam o mesmo espaço que os pequenos.

Na hora de decidir trazer um animal para casa, tanto pais como filhos precisam compreender e se adaptar à rotina dele. Geralmente, crianças mais ativas precisam de cães mais ativos, e aquelas mais tranquilas, de cães mais acomodados, segundo o diretor do Hospital Veterinário Santa Mônica, Roberto Lange.

O diretor ainda acrescenta que é imprescindível que os pais estejam cientes de que estão assumindo uma grande responsabilidade quando resolvem adotar um bichinho para o filho. “Num primeiro momento, a criança vai ter um apego enorme, mas aos poucos ela o vai deixando de lado e os pais precisam ficar atentos para ensiná-la a cuidar do novo membro da família com seriedade. Quando o filho é muito novo e ainda não tem noção do que é o animal, a tarefa é mais difícil.”

Em casa, Pedro Henrique e o irmão, Luiz Guilherme, de 3 anos, dividem todas as responsabilidades em relação ao cachorro. Ricardo Braga de Lima, pai dos meninos, afirma que os filhos são responsáveis  por tudo o que já está ao alcance deles. “O cachorro é deles, então eles têm de ajudar na alimentação, dar água e até cuidar da limpeza da casinha e avisar quando a ração e os produtos de higiene estão acabando. Vejo como um grande aprendizado.”
fonte: GAZETA DO POVO

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

MODER E DESTRUIR OU SÓ BRINCAR


Morder e Destruir Objetos

Escrito por Leonardo Ogata

Mastigar, uma necessidade!

 

Uma das primeiras lições que um novo dono quer é “Como ensinar meu cão a não mastigar/destruir objetos”.

Para resolvermos este problema, devemos entender que mastigar objetos é algo natural e que os cães precisam fazer.

Os cães mastigam/destroem objetos pelos mais diversos motivos.

 Os principais:                          

* Tédio

* Coçar a gengiva

* Ansiedade

* Limpar os dentes


* Falta de atividade física e mental.

Além de necessidade, mastigar/destruir objetos pode nos ajudar em uma série de questões.

Entre elas:                  

* Socialização / dessensibilização, ajudando a associar positivamente.

* Limpar os dentes (na natureza, nunca precisariam fazer limpeza de tártaro).

* Facilita o enriquecimento ambiental. Falaremos mais sobre isso no próximo artigo

* Gostar de caixas de transporte

* Ensinar a se comportar em diversas outras situações

A filosofia da Tudo de Cão é utilizar este “problema” a nosso favor. Ao invés de tentarmos eliminar um ``problema” a Tudo de Cão orienta aos donos a redirecionar este ``problema” para objetos que nos interessam.

Entendendo que mastigar objetos faz parte da natureza deles, tudo fica muito mais fácil. Basta ter um pouco de disciplina, respeito e paciência.

Metodologia Tudo de Cão

A Metodologia é muito semelhante ao Xixi e Cocô em local correto. O objetivo é não permitir que o cão mastigue objetos indevidos e que seja muito divertido quando mastiga os brinquedos corretos.

Como fazemos:                         

Selecionamos diversos brinquedos educativos e ossinhos (Kong, Buster Cube, Dog. Pyramid, orelha de boi defumada, outras partes de boi,...).

O cão deve ficar em um local seguro que não contenha objetos que ele possa se machucar ou roer. Por exemplo, área de serviço limpa ou canil.

Assim como uma criança que ainda está no berço, ele só poderá sair deste ``quartinho” quando estiver sob supervisão

Quando sair do ``quartinho”, existem duas situações: O dono está interagindo com ele, onde dificilmente procurará morder/destruir algo. Ou o dono não está dando atenção, onde normalmente os acidentes acontecem.

Colocamos alguns brinquedos educativos no momento em que não estamos dando atenção ao cão, mas ainda estamos supervisionando.

Todas as vezes que o cão direcionar a mordida para algum objeto indevido, iremos gentilmente impedi-lo.

Se voltar ao brinquedo educativo, fazemos festa e mostramos que realmente é isto que desejamos.

Conforme o cãozinho mostrar que podemos confiar, vamos supervisionando cada vez menos.

Dessa maneira simples, o cãozinho entenderá que não conseguirá morder outros objetos e redirecionará todas as mordidas para os brinquedos que são muito mais divertidos.

Normalmente eles podem ficar soltos pela casa no mesmo período citado no artigo de xixi e coco em local correto

 Comum aplicarmos as duas metodologias simultaneamente.

Sobre as broncas

Frequentemente orientam as pessoas a brigarem e darem broncas nos cães quando eles mordem/destroem algo.

Na Metodologia Tudo de Cão enxergamos as broncas como algo que atrapalha mais do que ajuda. Por quê?

Se o cão está mordendo algum objeto, é evidente que ele está gostando e se divertindo. Não adiantará dizer que aquilo não é bom porque ele já sabe que é.

Seria o mesmo que alguém tentasse me convencer, através de uma bronca, que sorvete de pistache com caldas de chocolate é ruim. Se a bronca for muito "forte", o máximo que conseguirá é que, assim como os cães, eu coma escondido! :

 

Ao invés disso, preferimos mostrar o que é bom de mastigar e destruir, respeitando os seus instintos e necessidades. Muito mais simples né?

terça-feira, 11 de setembro de 2012

DOENÇAS RESPIRATÓRIA EM CÃES E GATOS


Doenças respiratórias bacterianas de cães e gatos

 O sistema respiratório de cães e gatos sadios possui inúmeras bactérias que, em situações normais, não causam problemas aos animais, mas podem dificultar a interpretação de exames de suas secreções. Esses exames podem, eventualmente, ser necessários para que os veterinários possam fazer o diagnóstico e tratamento adequado das doenças. A dificuldade de interpretação dos exames ocorre porque, em geral, os microrganismos que vivem normalmente nas vias respiratórias são os mesmos que causam as doenças nos animais debilitados e com baixa imunidade. Portanto, ao interpretar os resultados dos exames, o médico veterinário deve se lembrar que uma invasão bacteriana, normalmente, ocorre devido a um processo que prejudicou ou inibiu os mecanismos de defesa normais. O sistema respiratório é uma porta de entrada para agentes invasores, principalmente os vírus. Além disso, as infecções no organismo causadas por microrganismos como vírus, fungos, parasitas ou protozoários podem enfraquecer o mecanismo de defesa pulmonar, permitindo o desenvolvimento de infecções bacterianas. O tratamento nesses casos é feito com antibióticos e a sua duração depende da gravidade do caso. Sendo assim, o propósito deste artigo é abordar algumas importantes doenças respiratórias bacterianas de cães e gatos, assim como seus tratamentos. Infecções respiratórias bacterianas Rinite bacteriana A rinite bacteriana ocorre, na maioria das vezes, em função de traumas, inalação de substâncias estranhas, infecções por vírus, fungos ou parasitas e doenças dentais. Os sintomas incluem espirro, secreção nasal ou ocular e tosse. O tratamento se baseia na limpeza e desobstrução das narinas e uso de antibióticos. A nebulização ou a vaporização auxilia na fluidificação do catarro, facilitando a eliminação da secreção. Uma das complicações da rinite é a sinusite crônica. É mais comum em gatos do que em cães. O tratamento é, via de regra, frustrante e muitos pacientes não apresentam resposta satisfatória a qualquer tipo de tratamento instituído. Antibióticos devem ser usados por longo período de tempo (2 a 4 meses). A cavidade nasal deve ser lavada com soro fisiológico para a remoção da secreção e inibição do crescimento bacteriano. Pneumonia bacteriana A pneumonia pode ser causada por diversos invasores infecciosos, como bactérias, e é menos frequente em gatos quando comparado aos cães. Essas bactérias podem penetrar no trato respiratório dos animais ao serem inaladas ou aspiradas. Pode ocorrer também em função da presença de vírus, distúrbios metabólicos severos, terapia imunossupressiva ou quimioterápica, entre outras causas. Os principais sintomas observados são a tosse úmida, falta de ar, secreção nasal, falta de apetite, depressão e desidratação. O diagnóstico é realizado com base nos sintomas, alterações observadas no sangue dos animais e através de radiografia do tórax. O tratamento é baseado no uso de antibióticos, de preferência mediante a identificação do agente envolvido. A Schering-Plough disponibiliza no mercado veterinário a linha Flotril ®, antibiótico de amplo espectro de ação (atua em diversos microrganismos) à base de enrofloxacino. Altamente eficaz e indicado para tratamento das infecções de cães e gatos causadas por bactérias sensíveis ao princípio ativo, como diarréias, pneumonias, bronquite, cistite, otite, dermatites, etc. Disponível nas apresentações comprimidos de 50 e 150 mg e injetável 2,5%.

 
doenças respiratoria em cães e gatos

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

LEI PROTEÇÃO DE ANIMAL

Leis de proteção animal no Brasil e no mundo – Parte I

10 de setembro de 2012 às 6:00


Por Fátima Chuecco (da Redação)
O que esperar das leis brasileiras no que diz respeito à proteção animal? Se o projeto de lei, recentemente aprovado no Senado, que visa um a quatro anos de prisão para quem maltrata animais for legitimado, conseguiremos colocar assassinos atrás das grades? Ou ainda temos um extenso terreno a percorrer até que punições mais severas sejam de fato aplicadas, como já acontece em outros países?
Em alguns lugares, quando há flagrante, quem maltrata aguarda julgamento na cadeia. Em outros, menor de idade responde por qualquer crime, inclusive de maus-tratos a animais. No mundo inteiro surgem manifestações pelo bem-estar animal. Até nos países mais criticados por abuso, como a China, está havendo pequenos avanços. Mas será possível, finalmente, colocar assassinos de animais na cadeia no Brasil?
 
Para entender melhor como foi o processo até chegar numa possível alteração da Lei 9.605/98 de maus-tratos a animais vamos voltar um pouquinho no tempo. De dois anos para cá assistimos as piores atrocidades contra animais ao mesmo tempo em que parecia crescer o número de defensores.
A mídia embarcou no tema e trouxe à luz casos inspiradores e dramáticos. Vimos resgates fantásticos, mas também crueldades inimagináveis. Casos como do Lobo (arrastado por veículo), da Jade (queimada), do Titã (enterrado vivo), da Lana (espancada até a morte) e a descoberta de uma serial killer que matou centenas de animais perfeitamente saudáveis, enganando protetores que acreditavam estar colocando os bichinhos em boas mãos (Caso Dalva).
Foram cenas revoltantes, mas que ajudaram o Brasil a acordar. A vontade de acabar com a impunidade se espalhou como um vírus (do bem) e se transformou num movimento que ganhou as ruas em janeiro desse ano em diversas cidades brasileiras: o Crueldade Nunca Mais. Quem participou se emocionou. Foi um marco na proteção animal no Brasil reunindo só na Avenida Paulista, em São Paulo, cerca de 10 mil pessoas.
 
Especialistas comentam a alteração na Lei
Dessa emergente necessidade de se fazer alguma coisa pelos animais surgiu uma comissão composta por juristas e outros profissionais que criaram um texto sugerindo alterações na lei 9.605/98 e ampliando a pena de três meses a um ano de detenção para um a quatro anos de prisão. A alteração foi apresentada às pressas mediante a Reforma do Código Penal e que poderia transformar os maus-tratos em meras infrações administrativas. Ou seja, o que já era ruim ficaria ainda pior.
O primeiro passo foi dado em maio com a aprovação no Senado e agora o texto passa por mais algumas etapas até chegar à Presidência da República. Para compreender o que de fato muda com esse novo texto, Luiza Nagib Eluf, procuradora de Justiça do Ministério Público de SP, que fez parte da comissão elaboradora do anteprojeto e Wladimir Viveiro, advogado e procurador jurídico, dão seus pareceres a respeito.
Com a alteração da pena de prisão, o infrator será preso mesmo se tratando de réu primário? Ele terá direito de reverter a pena para trabalhos comunitários?
Luzia – Com previsão de pena de um a quatro anos de prisão há a possibilidade de conversão da pena privativa de liberdade em restritiva de direitos, com prestação de serviços à comunidade. Tal fato não significa impunidade, a prisão não é a única forma de punir.
Wladimir – O aumento da pena de prisão não coloca os infratores na cadeia, pois, mesmo que condenados à quatro anos, poderiam cumprí-la em regime aberto conforme as normas do Código Penal Brasileiro, além de que, sendo réus primários, dificilmente a pena atingiria o máximo previsto. O que aconteceria, efetivamente, é que o infrator teria uma “passagem”, ficaria “fichado”, mas isso já se consegue com a lei atual.
 
E se o infrator já tiver passagem pela polícia?
Wladimir – A condenação por outros crimes não o leva, necessariamente, para a cadeia, até mesmo porque há o entendimento de que não se trata de uma reincidência específica.
A enfermeira Camila, que matou a yorkshire Lana, seria condenada à cadeia se esse projeto de lei estivesse em vigor na época?
Wladimir – Ela poderia ser condenada a quatro anos já que teve também o constrangimento da menor que assistiu aos maus-tratos. Mas certamente cumpriria a pena em regime aberto. Para conseguir que cumprisse pelo menos parte da pena em regime semiaberto ou fechado, ela teria que ser condenada a, no mínimo, quatro anos e um mês de prisão. Há um projeto de lei de iniciativa popular solicitando pena de dois a seis anos (http://protecao.no.comunidades.net). Nesse caso haveria mais chances de colocar infratores como a Camila na cadeia.
Por que esse projeto de iniciativa popular ainda não propôs alterações na Lei 9.605/98?
Wladimir – Ocorre que não é cultura no Brasil participar de projetos de iniciativa popular embora os mesmos tenham mais força perante o Orgão máximo de aprovação que é o Poder Legislativo e a Presidência da República. São necessárias 1, 5 milhão de assinaturas em papel (não pode ser feito de forma eletrônica, pela internet, por exemplo) e isso dificulta a coleta.
 
O que poderia ser melhorado no projeto de lei já aprovado no Senado?
Wladimir – Há uma forma de aproveitar esse projeto de lei para que possa garantir a prisão dos infratores. Pelo menos os maus-tratos de extrema violência (animais espancados até a morte, queimados vivos, arrastados por carros, mutilados etc) poderiam ganhar um parágrafo em que ficasse determinado que o cumprimento da pena, qualquer que fosse sua dosagem, tivesse início em regime fechado, devendo o condenado sujeitar-se às regras de progressão, ou seja, passando do regime fechado (cadeia) para o semiaberto (colônia agrícola) e depois para o aberto (albergue). Uma pena de prisão mínima de um a três meses não poderia ser, em hipótese alguma, convertida em multa, trabalho comunitário ou prisão aberta ou semiaberta, mesmo em se tratando de réu primário. Um parágrafo que obrigasse a uma pena mínima dessas poderia, ao menos, ter um efeito psicológico sobre a população contribuindo para que os casos de maus-tratos diminuíssem.
Se por ventura o agressor for condenado e preso, a quem deverá ser entregue o animal?
Luzia – Se o agressor for preso e não houver ninguém mais para cuidar do animal, certamente ele será institucionalizado, provavelmente encaminhado para o Serviço de CCZ ou a alguma entidade que receba animais sem tutor, a fim de ser oferecido em adoção.
 
No caso do agressor ser considerado culpado, porém não ser preso por decisão judicial, ele perderá a guarda do animal no caso desse sobreviver?
Luzia – O Projeto de Código Penal não fez previsão expressa de perda da guarda do animal. No entanto, acredito que poderia ser aplicada essa perda de guarda como uma das penas alternativas, restritivas de direito. O condenado por maus-tratos não tem condições de continuar cuidando do animal.
Por quais outras etapas o projeto de lei deverá passar até que seja colocado em prática? Qual a estimativa da data para sua aplicação?
Luzia – O projeto de lei está, no momento, sendo objeto de análise pelo Senado. Foi criada uma Comissão de Senadores específica para estudar o trabalho da Comissão de Juristas. É difícil fazer uma previsão de quanto tempo o projeto levará no Senado, mas sabemos que após os trabalhos dos senadores o projeto será enviado à Câmara dos Deputados onde será novamente analisado e, eventualmente, modificado. Em seguida, voltará para o Senado para aprovação final. Sendo otimista, calculo uns dois anos.
fonte:www.anda.jor.br/
LEI DE PROTEÇÃO DE ANIMAL
 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

BULLDOG FRANCÊS


Bulldog Francês

Uma raça fora do comum, quem tem sabe que não se compara com outra, pois é um raça muito docel, não é de latir nem moder, são muito brincalhão, gosta de uma vida tranquila sem muita agitaçao, Mas adora brincar com outros cães correr um pouco, mas fiquem atento que eles não podem correr muito por causa do seu sistema respiratório.

 Cães com carinhas especiais e irresistíveis. A maioria das pessoas não está acostumada com o termo “Braquicefálico”, mas se você tem um Bulldog Francês ou qualquer outra raça com a cara “amassada”, você deve se acostumar com essa palavra. A palavra vem de origens gregas, “braqui” significando curto, e “cefálico” significando cabeça.

Tenho dois e já estou indo para o terceiro, vou falar adoro essa raça, já tive varias, mas posso falar que foi por essa que me apaixonei, estou agora para montar meu canil e acredito que será só de bulldog francês, já tive a experiência de ter uma ninhada e adorei, perto do que alguns outros criadores falam de outras raças, achei muito tranquilo cuidar da minha ninhada. Mas também têm seus preços, o parto acontece em 95% das vezes por cesariana sendo que e uma cirurgia um pouco cara pelo motivo de ser anestesia inalatória por motivos de seu sistema respiratório.

A ração tem que ter muita qualidade, por motivos de saúde do seu bichinho.

O Bulldog francês e um companheiro na verdade por que onde você estiver ali ele estará no seu pé esperando um gesto seu de carinho.
Escrito por André Sanches
http://belosbulldogfrances.blogspot.com.br/

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

  • Raiva: a raiva é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, sempre fatal, caraterizada principalmente por sinais nervosos ora representados por agressividade, ora por paresia e paralisia. É causada por um RNA – vírus da família Rhabdoviridade e acomete todos os mamíferos, inclusive o homem. A transmissão se dá através dos próprios animais doentes e também por portadores inaparentes sendo introduzidos pela saliva via subcutânea para dentro do organismo do animal. É muito comum adquirir raiva após sofrer uma mordida de um animal contaminado.

    • Parvovirose: é uma enfermidade infecto-contagiosa vírica. Causa vômitos e diarréias sanguinolenta; apresenta alta mortalidade. Tem prevalência mundial desde o final dos anos 70. O Dr.Marcos Migliano foi um dos primeiros veterinários a introduzir a vacinação contra a parvovirose no Brasil naquela época.
    • Cinomose: é uma doença viral multi-sistêmica, altamente contagiosa. se manifesta principalmente por febre, coriza aguda, bronquite, pneumonia severa, gastroenterite e sinais de comprometimento do sistema nervoso central. Não necessariamente todos os sintomas estão presentes.
    • Parainflueza: é uma doença viral aguda, não costuma dar hipertemia acima de 40°C. Comumente não apresenta pneumonia, apenas rinofaringite com exsudato nasal seroso ou seromucoso.
    • Hepatite infecciosa dos cães (Adenos vírus tipo I): é um enfermidade vírica, infecto-contagiosa aguda, própria de canídeos, que varia desde simples hipertemia e congestão de mucosas, até severa depressão, convulsão e marcada leucopenia.
    • Adenovírus tipo II: é um doa agentes etiológicos da tosse dos canis (traqueobronquite infecciosa).
    • Leptospirose: é um enfermidade infecto-contagiosa aguda, febril, com grave sintomatologia entérica, hepática e renal, muitas vezes acompanhadas de hemorragias generalizadas e icterícias, causada por L.interroganas, sorotipo canicola e icterohaemorragiae, Lpomana, L.gippotyphosa, algumas vezes ocorrem sinais encefálicos e abortos. Também é uma zoonose (doença comum entre o homem e o animal).
    • Coronavírus: é uma doença contagiosa aguda dos cães, causada por um vírus epiteliotrópico que invade preferencialmente os enterócios (células do epitélio intestinal das pontas vilosas, causando destruição e atrofia). a fusão dos vírus resultantes causa diarréia de severidade variável.
    • Giardíase: é uma doença causada pelo protozoário flagelado, Giardia Lambila. O cão infecta-se facilmente ingerindo cistos de giardia, que podem estar presentes na água, nos alimentos ou nos pêlos doas animais. A Giardíase causa a síndrome de má absorção, má digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal e flatulência. Além de perda de apetite, vômito e letargia.
    • Tosse dos Canis: doença de fácil transmissão entre os cães de todas as idades. Resulta da inflamação das vias aéreas superiores (traqueobronquite). O animal apresenta tosse seca que pode ser seguida de ânsia ou vômito e anorexia parcial. Pode evoluir para broncopneumonia e ser fatal em cães filhotes e idosos.
    • Preventivo para filária: uma vez por mês o animal deve tomar um comprimido de interceptor, Cardomec ou usar o Revolution topicamente, para evitar o verme do coração, principalmente os animais que viajam com os donos para o litoral onde a prevalência é maior
    FONTE: Dr. Marcos Migliano – Clínica Veterinária Faria Lima