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São Paulo, São Paulo, Brazil
Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Amigos estou com um lindo filhote de Bulldog Francês na cor fulvo ele está com 4 meses, já está com as vacinas em dia, possui o pedigree e carteira de vacina em mãos, ótima linhagem de sangue
Para tirar qualquer tipo de duvida entre em contato pelo email: safemibulldogs@gmail.com ou pelo celular 11 - 986906245 tim ou 11- 962797696 oi

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CEGUEIRA SÚBITA EM CÃES


CEGUEIRA SÚBITA EM CÃES


3Texto baseado no artigo ”Enviromental Factors and Signs og Hipercortisolism Associated with Sudden Acquired Retinal Disorders” LEVIN,C.D. Journal of the American Holistic Veterinary Medicine Association. Jan-march 2006. P.10-13.
Não é raro acontecer com cães domésticos a instalação de uma cegueira súbita, que lhes causa confusão, depressão, e nesse momento é necessário dar um suporte extra de carinho e paciência para que eles consigam adaptar-se a esta nova condição.
Chamada de SARD – Sudden Acquired Retinal Degeneration, acomete cães com sinais característicos de Hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing): ganho crescente de peso, depressão, letargia.Porém, muito frequentemente,os exames não confirmam a doença.
Supõe-se que o estress e algum fator ambiental concorrem para afetar os mecanismos hipotalâmicos, desequilibrando o metabolismo nornal.
Há ainda evidências que os cães afetados com SARD apresentam elevadas taxas de estradiol. O hiperestrogenismo produz sintomas similares ao hiperadrenocorticismo, podendo incluir alteração de comportamento, convulsões, hiperpigmentação, ganho de peso, hipertensão, além de disfunção hepática e da tireoide e liberação esporádica de histamina (com surtos de prurido e urticárias).
Alguns experimentos apontam que animais submetidos a excessivas doses de vacinas, sob tratamentos constantes com produtos para controle de pulgas e carrapatos (inseticidas), dieta com excesso de grãos (onde há muitos que são trangênicos, e recebem altíssimas doses de agrotóxicos) são mais propensosa esta e outras enfermidades.
Neste caso, como tudo em Saúde, a prevenção é o melhor remédio,, e desde o início, deve-se ter parcimônia no tratamento dos animais de estimação, evitando excesso de medicamentos, preferindo as terapias naturais, e equilibrando a alimentação com alimentos frescos , não condimentados. Evitar os organofosforados no controle de ectoparasitas, assim como situações estressantes, que possam interferir no bem estar dos animais de estimação, assim como hábitos sedentários.
Fonte:http://bichosonline.vet.br

Sara (síndrome da angustia respiratória aguda)


QUANDO SEU CÃO NÃO CONSEGUE RESPIRAR : SARA – SÍNDROME DA ANGÚSTIA RESPIRATÓRIA AGUDA


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SARA – Síndrome de angústia respiratória aguda, é uma condição grave, onde ocorre falha respiratória súbita, devido ao acúmulo de fluidos e grande inflamação nos pulmões.
As causas são: pneumonia; intoxicação (organofosforados utilizados contra carrapatos/pulgas, diltiazen, opióides etc); quase afogamento; aspiração de conteúdo por falsa via; infecções graves dos pulmões ou septicêmicas como a leptospirose; babesiose. Pancreatite aguda, entre outras.
Seus sintomas são: esforços extremos para respirar; tosse; presença de secreções nas narinas, cianose (mucosas azuladas ou arroxeadas), inquietude, expressão de sofrimento. Deixei  acima um link demonstrando a angústia do animal. Os mais propensos são os braquicefálicos, isto é, os que tem focinho curto, mas pode acontecer com qualquer cão ou gato doméstico.
Ocorre tosse exsudativa  entre 12 a 73 horas após a causa precipitante, onde se inicia intensa liberação de mediadores inflamatórios, que aumenta a permeabilidade alvéolo capilar (no interstício pulmonar), levando ao extravasamento de líquido proteico (proveniente do quadro inflamatório) no instertício e alvéolos.
Este infiltrado ultrapassa a capacidade de drenagem dos vasos linfáticos que ficam repletos de exsudatos ao redor dos bronquíolos, comprimindo-os e aumentando a resistência das vias aéreas.
Inicia-se um processo inflamatório nos pulmões, e os macrófagos ativados levam à liberação de enzimas proteolíticas, peróxido de hidrogênio (radical livre, altamente tóxico) e citocinas inflamatórias. Estas citocinas promovem quimiotaxia, isto é, ampliam a resposta inflamatória com liberação de linfócitos e fibroblastos, e ocorre ainda vasodilatação, permitindo a saída dos vasos de mais líquido no tecido pulmonar.
O quadro progride para um edema agudo de pulmão,o que leva à hipóxia, liberação da resposta plaquetária ( contirbuindo para formação de trombos e êmbolos)com risco de morte.
A fase proliferativa inicia-se a partir do 3º dia da evolução do quadro e dura em média duas semanas. Os fatores inflamatórios liberam fibroblastos e colágeno numa resposta secundária à agressão. Esse processo leva ao estreitamento e colapso alveolar, inativação do surfactante e leva à fibrose pulmonar.
Fase fibrolítica
A partir da segunda semana de evolução do quadro, o paciente recupera-se ou pode haver instalação de fibrose severa de difícil reversão. O paciente apresenta taquipnéia, dispneia, cianose, tosse, infecção secundária.  À ausculta observa-se roncos, estertores úmidos, crepitações e sibilos.
Animais com este quadro precisam de internação, oxigenoterapia e medicação imediata para evitar a progressão do quadro. Caso ocorram estes sintomas leve seu animal a um local com estas possibilidades, que tenha UTI e internação 24 horas, para que o tratamento seja rápido, eficaz, garantindo o pronto restabelecimento. Posteriormente, devem ser evitadas as causas predisponentes, e em muitas ocorrências, o animal precisa de atenção em relação a algumas sequelas.
Fontes bibliográficas
Fontes:http://bichosonline.vet.br

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

TOSSE DE CANIS


Entenda a Tosse dos Canis

Seu cão apresenta sinais como tosse, espirros, febre e falta de apetite? Cuidado! Ele pode estar com Tosse dos Canis. 
A tosse dos canis é causada principalmente por três agentes infecciosos, uma bactéria de nome Bordetella bronchiseptica e dois vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo de forma isolada ou em combinação.

Uma coisa importante a ser observada é que a Bordetella bronchiseptica pode acometer humanos, sendo por isso considerada uma zoonose. Então, cuidado você também!

Sintomas
Normalmente nos cães acometidos pela gripe, os principais sintomas observados são acessos de uma tosse seca, continua, parecendo que o animal está engasgado, às vezes expectorando um tipo de espuma branca.
Essa tosse costuma piorar com exercícios físicos ou agitação. A doença pode gerar broncopneumonia, que dá apatia, febre, corrimento nasal e perda de apetite.
Em casos mais graves seu cão pode apresentar secreção nos olhos, coriza, falta de apetite e febre.
Nos filhotes e nos animais mais debilitados o quadro pode evoluir para situações mais complicadas, como pneumonia, por exemplo. E, você sabe, em animais ou seres humanos, a pneumonia, se não for bem tratada, pode causar a morte!
Contágio
Altamente contagiosa, animais sadios em contato com animais doentes podem desenvolver a doença dada a exposição a tosse ou espirros dos animais infectados.
É daí que surge a denominação tosse dos canis, pois a doença torna-se comum onde vários cães são confinados juntos, como canis, petshops e lojas de animais.
Ela pode aparecer em qualquer época do ano, porém há uma maior predisposição nos meses frios. Por isso os cuidados nesse período devem ser redobrados.
Tratamento
Procure seu veterinário imediatamente se suspeitar da doença. Ele poderá dizer qual é o agente causador e qual é o tratamento que o cão deverá ter.
Em muitos casos, isso consiste no uso de antibióticos, xaropes para alívio da tosse, antiinflamatórios e, muito importante, confinamento do animal, evitando que ele fique exposto ao frio, vento e umidade.
Normalmente, se na casa de um cão infectado há outros cães, estes também desenvolverão a doença. Por isso, é bom levar todos os animais ao veterinário.
Prevenção
A prevenção da gripe dos canis se faz através da vacinação. Além da vacina anti-rábica e da vacina múltipla (contra cinomose, hepatite, leptospirose, parvovirose, coronavirus e parainfluenza), todos os cachorros devem receber uma dose da vacina contra a tosse dos canis a partir dos dois meses de vida, com reforço anual.

É importante salientar que nem sempre o cão que apresenta o sintoma de tosse seca está com a gripe canina.

Muitas vezes este sintoma também ocorre em animais cardiopatas (animal com problemas cardíacos), particularmente nos animais idosos. Por isso, sempre é importante levar o animal em seu veterinário de confiança, para que o diagnóstico seja correto.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


GLÂNDULAS ANAIS: PREVENIR E TRATAR PROBLEMAS



Glândulas Anais: Prevenir e tratar problemas
Não é um assunto que seja agradável de ler, nem que interesse a muitos donos, a não ser quando as glândulas anais começam a dar problemas nos cães.

As glândulas anais são, tal como nome indica, dois pequenos sacos que se encontram junto ao ânus do cão, um de cada lado.

Estes sacos armazenam um fluído com um cheiro muito intenso que os cães utilizam para marcar território. De facto, o líquido que se encontra nestas glândulas contém feronomas que quando cheiradas dão aos cães muita informação bioquímica sobre o animal em causa e são por isso uma espécie de Bilhete de Identidade dos animais. Se estiver atento quando apresenta o seu cão a outro, pode reparar que os cães procuram sempre esta zona para cheirar. Geralmente o cão que está a ser “investigado” coloca a cauda em riste, o que faz uma ligeira pressão sobre as glândulas anais que permite libertar algum fluído para o outro cheirar. É claro que para os humanos o cheiro passa despercebido, pois apesar de o cheiro ser intenso, a quantidade libertada é mínima. Os cães conseguem captar o cheiro, porque têm um olfacto muito mais desenvolvido.


Assim, quando tudo funciona bem, os donos não dão pela existência destas glândulas. Mas quando surge algum problema e os fluídos acumulam-se, o mau cheiro torna-se difícil de ignorar.

As glândulas anais são esvaziadas naturalmente quando o cão defeca. A pressão das fezes faz com que uma pequena parte do fluído seja libertado de cada vez. Muitos cães vivem sem nunca ter tido qualquer problema com as glândulas anais, mas outros, podem não conseguir esvaziar naturalmente os sacos e por isso desenvolver complicações ao nível da saúde.

Problemas nas glândulas anais


A acumulação dos fluídos torna-os mais espessos e por isso incómodos. O facto de não haver renovação do líquido, torna-o também ideal para o desenvolvimento de bactérias que podem dar origem a infecções e abcessos, ou seja ao inchado da glândula anal. Nos casos mais graves, pode-se desenvolver uma fístula que vai drenar o pus.

Causas


As causa para a acumulação dos fluídos são várias e pode depender de questões ambientais, outros problemas de saúde ou má localização das próprias glândulas.

Fezes moles ao serem expelidas não vão exercer pressão suficiente para esvaziar as glândulas. As fezes moles podem ter muitas causas, desde uma ração de pouca qualidade, a parasitas internos, antibióticos, etc.

O enfraquecimento dos músculos que exercem pressão sobre as glândulas também pode ser outro problema. Animais obesos ou idosos podem naturalmente perder força nos músculos.

O esvaziamento regular e não necessário das glândulas anais por parte de groomers ou veterinários pode levar à lesão das glândulas, que ficam dependentes deste procedimento.

A obstrução do canal por onde o líquido é expelido, causando a acumulação de fluído, pode ser causado por infecções no sistema gastrointestinal ou urinário. Os cães com alergias também estão mais predispostos a ter problemas nas glândulas anais.

Mau posicionamento das glândulas anais, que se encontram mais no interior do ânus e por isso a pressão das fezes não é suficiente para as esvaziar. Este problema surge geralmente nos cães de porte pequeno.

Assim, exceptuando neste último caso, a incapacidade de esvaziar as glândulas anais deve-se a outros problemas. Torna-se por isso mais importante consultar o veterinário para saber se o problema nas glândulas anais não está a mascarar outra situação.

Sintomas


Os problemas nas glândulas anais são bastante incomodativos para os cães, pois causam um prurido, ou comichão, intenso. Quando os cães têm dificuldade em esvaziar as glândulas anais é comum arrastarem a zona traseira pelo chão, procurando assim minorar o desconforto. Podem também tentar coçar a zona com a boca, mordendo ou lambendo. Por vezes alguns cães mantém a cauda entre as pernas. Para os donos, o mais incomodativo é o cheiro desagradável e intenso.

As glândulas anais inchadas são fáceis de detectar à vista desarmada, pois a zona junto ao ânus do animal fica vermelha e saliente.

Tratamento


Quando a acumulação de líquido não é excessiva, é possível esvaziar manualmente as glândulas de forma rápida e fácil. Para isso basta exercer pressão com os dedos sobre cada saco de cada vez. Isto pode ser feito interna ou externamente. O veterinário ou mesmo um groomer, profissional no banho e corte de pêlo dos cães, podem-lhe explicar o procedimento. Ao esvaziar as glândulas é expelido um líquido visível que marca o fim do procedimento.

Os cães sem problemas nas glândulas anais não devem ser sujeito ao esvaziamento por rotina. Faça check-ups frequentes para verificar se as glândulas do animal não estão inchadas e só esvazie manualmente quando necessário. O esvaziamento por rotina pode causar pequenas lesões que tornam o cão incapaz de esvaziar naturalmente os sacos.

Nos casos em que os animais não conseguem esvaziar naturalmente as glândulas, estas devem ser esvaziadas periodicamente pelo dono, caso tenha aprendido o procedimento, ou por um profissional. O esvaziamento das glândulas é um procedimento que não causa qualquer desconforto ao animal, desde que a acumulação do fluído não seja excessiva.

Se a acumulação do fluído for excessiva, a consistência do líquido altera-se, tornando-se mais espesso e é mais difícil fazer expelir a substância. Deve por isso ir ao veterinário para que este analise o caso. Se ocorrer uma infecção, pode ser necessário a prescrição de antibióticos.

O esvaziamento manual das glândulas anais só se aplica quando o problema é o mau posicionamento das mesmas. Se o que estiver a causar a acumulação de fluído forem fezes moles, problemas no sistema gastrointestinal ou urinário, alergias, entre outros, a resolução passa por tratar estes problemas, visto que não existe qualquer problema no esvaziamento das glândulas per si.

A periodicidade com que tem de ser feito o esvaziamento das glândulas anais varia bastante de animal para animal. Em alguns cães, o esvaziamento tem de ser feito com poucas semanas de intervalo, noutros podemos falar em meses.

Apesar de tudo, os donos devem ter noção de que o problema tem tratamento, que mesmo que seja frequente, é rápido e eficaz.

Em casos extremos, é possível remover cirurgicamente as glândulas anais, mas este procedimento só é aconselhado nos casos em que o esvaziamento regular da glândulas não é solução. Existem várias complicações que podem surgir, sendo uma delas a incontinência temporária ou permanente. 
Fonte: ARCADENOE.SAPO.PT

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012



Cadela UPP, ameaçada por traficantes, é adotada 

por PM no Morro da Providência




Herculano Barreto Filho
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Até os cães de rua que se aproximassem dos policiais da UPP do Morro da Providência, inaugurada em abril de 2010, eram punidos por pessoas ligadas ao tráfico. Um dos casos mais cruéis ocorreu com uma vira-latas, apenas dois meses após a pacificação. A cadela, que deixou de seguir as pegadas dos traficantes, foi jogada de uma pedra com altura equivalente a um prédio de dois andares só porque passou a andar com os policiais.
Quando um morador a encontrou no chão, ensanguentada e imóvel, ligou para o soldado Thiago Loureiro, que a alimentava e a abrigava com cobertores e caixas de papelão. Ao perceber a aproximação do policial, o bichinho só esboçou uma reação: balançou o rabo, como quem acaba de ver o dono.

O policial e a cadelinha UPP: carinho
O policial e a cadelinha UPP: carinho Foto: Fabio Guimarães / Extra

Com a ajuda de um colega, Loureiro armou uma espécie de maca e levou a cadela a um veterinário na Tijuca, Zona Norte do Rio. O animal chegou lá com um coágulo no baço e suspeita de múltiplas fraturas. Depois, ainda foi a um dentista de cão para restaurar um canino quebrado. Loureiro pagou, com dinheiro do próprio bolso, um tratamento de R$ 3 mil.
O animal só recebeu alta depois de três dias de internação. E, dali, saiu para a casa de Loureiro com nome e carteira de vacina. A cadela, que nem nome tinha e era xingada de “cachorra traidora” por bandidos, passou a ser chamada de UPP.
UPP deu cria a nove cães. Loureiro conseguiu doar oito deles. Apenas uma outra cadela ficou: Luma, nome dado à filha da cachorra que carrega o nome da sigla da paz. A família ainda tem outros dois cães, Scolari e Nina.
Quando um dos animais chega perto de Loureiro, a dócil UPP começa a latir. Só ela pode ficar com o PM que salvou sua vida.

Loureiro passeia com a cadelinha no Morro da Providência
Loureiro passeia com a cadelinha no Morro da Providência

- Quando me formei fui direto para a UPP da Providência. Quando chegamos, encontramos vários cachorros de rua. Eu levava comida, cobertor e papelão para que se protegessem do frio. Os cães passaram a nos seguir. Tinha uma cadela branquinha que até atacava suspeitos de envolvimento com o tráfico. Alguns moradores diziam: “Olha lá os cachorros dos policiais”. Só que as pessoas ligadas ao tráfico não gostaram. A UPP acompanhava os bandidos. Depois, chamavam ela de “cachorra traidora”. Aí, teve esse acidente com a cadela e a minha mãe disse: “Pode trazer ela para casa”. A UPP é dócil, meiga. Adora um chamego. Só é ciumenta. Nenhum cachorro pode chegar perto de mim que ela começa a latir. Depois disso, sempre que acontecia algum problema com um cachorro, as pessoas me procuravam.

Fonte: extra globo

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

FIM DE ANO E ALGUNS CUIDADOS COM OS FILHOTES


Fim de ano

Mas um fim de ano chegando, e o blog belos bulldogs agradecem a todos os amigos que participa do blog e os leitores, desejando a todos um feliz natal e um prospero ano novo, e que o ano de 2013 seja repleto de felicidade e saúde a todos. Lembrando que nessa época muitas pessoas viajam levando seus bichinhos, peço que todos usem a educação e não deixem a sujeira de seus bichinhos espalhadas por praças calçadas e ruas, temos um grande fluxo de gente nas ruas e não é correto e nem saudável pessoas ficarem se sujando com as fezes de seus bichinhos.
Eu participo de alguns grupos e venho reparando que muitas pessoas andam com algumas duvidas sobre viajar com seus filhotes.
Então vou deixar uma dica para vocês que tem um filhote e quer viajar com ele.
O correto é que ele tenha tomado a três doses da vacina e no mínimo dez dias após a última dose, seria o momento correto de ele sair de dentro de sua casa, isso ainda você tendo certeza que ele está saudável e sem nem um tipo de infecção, por que cachorros com algum tipo de doença pode estar com sua imunidade baixa e com isso acaba contraindo algumas outras doenças.
Nessa época do ano acontece muito de pessoas levarem seus bichinhos para o litoral, e acontece deles fazendo suas necessidades em qualquer lugar e alguma pessoa se esquece
 de recolher ou não tem esse costume, com isso muitos lugares ficam cheios de bactérias que podem pegar um filhote com a imunidade baixa, e levando a morte, muitos desses cães que viajam nessas épocas,  podem estar com alguma doença e seus donos muitas vezes sem saber levam para viajar e outros sabendo também levam por achar melhor levar e não perder uma viajem do que ficar e tratar, outros nem sabem da existência de uma doença porque algumas ficam encubada no cão ou gato.
Cuidados com o calor
Evite colocar seu bichinho exposto ao sol forte, principalmente cachorros BRAQUICEFALICO, que por sua própria natureza já sofrem com problemas respiratórios.
Cuidados ao sair nesse calor com as patinhas de seus bichinhos, se você tiver alguma duvida se esta boa a temperatura do asfalto pise você primeiro se achar que está um pouco quente pra você pra ele também estará, as patinhas deles são sensíveis também ao pisar no asfalto muito quente as almofadinhas das patinhas fica toda assada e com isso acaba virando ferida e criando uma infecção feia na pata de seu bichinho.
Então vamos tomar cuidados nesse fim de ano, e todos o dias na verdade com nossos amiguinhos.

Escrito por André Sanches