Quem sou eu
- MEU BULLDOG FRANCÊS
- São Paulo, São Paulo, Brazil
- Sou um apaixonado por Bulldog Francês comecei com uma fêmea e agora estou criando a raça por motivo de ser um cachorro de temperamento tranquilo e companheiro Estamos providenciando o nosso próprio canil logo com muitos filhotes de qualidade para nossos amigos e clientes. Venho por meio deste blog, informar as pessoas sobre algumas duvidas que já tive também, sobre doenças e outras coisas, por isso dedico algum tempo do meu dia pra procurar matérias sobre a raça e doenças em geral, escrever algumas coisas que já passei criando a raça. Espero com isso ajudar as pessoas. André Sanches. safemi
quinta-feira, 31 de julho de 2014
segunda-feira, 29 de julho de 2013
COPROFILIA OU COPROFAGIA
COPROFILIA OU COPROFAGIA
A coprofagia (ingestão de fezes) é um problema que aflige vários cachorrinhos e algumas raças em
especial.
Existem aqueles que comem cocô por puro tédio, ou para manter o
local limpo e sem vestígios para evitar broncas e punições. Alguns até nem
chegam a comer todo o cocô, mas brincam com eles e carregam pedacinhos na boca.
Mesmo sendo um comportamento normal para os cães, este hábito é
bastante desagradável para os donos que acabam se afastando de seus
cachorrinhos. Com o afastamento vem um aumento na ansiedade para o cachorro,
especialmente se for filhote, e o problema acabam se agravando muito mais. Então
no lugar de achar isso nojento e larga mão dele é muito melhor pensar em como
ajuda-lo.
Ajuda para seu cão para de comer as fezes e colocar uma colher de chá
de suco de abacaxi, sem açúcar para um pote de ração para filhotes de pequeno
porte, isso ajudara ele para com essa mania, isso foi testado e deu 95% de
resultado positivo. E você terá de usar uma disciplina alimentar por que seu
cãozinho poderá estranhar o gosto, então colocar a refeição duas vezes ao dia
de manhã e a noite, deixar o pote por 15 minutos se não comer retirar o pote e
colocar só na próxima refeição.
Os resultados podem vir na segunda vez que ele fizer coco, ou pode
demorar até três dias para começar a fazer o efeito.
Isso é muito melhor do que colocar pimenta em cima das fezes, pois
como ele é ingerido e processado pelo cachorro você não vai precisar ficar
vigiando cada ida ao banheiro do seu cão para colocar a pimenta.
Existem remédios também para poder ajudar como o coprovet, mas isso eu acho que deve ser usado só depois de tentar algo natural.
As principais causas da coprofagia são:
- Pouco exercício ou sós exercícios esporádicos
- Ansiedade
- Solidão (mais de 4 horas sozinho)
- Medo de ser corrigido por fazer as necessidades em locais errados
- Curiosidade natural de filhotes
- Instinto de limpeza exacerbado
- Tédio provocado por falta de estímulo e poucos brinquedos adequados
- Compulsão oral (necessidade constante de estar com “alguma coisa” na boca)
- Tendência genética (Bulldog Francês Lhasa-Apso e Shih-Tzu)
- Ansiedade
- Solidão (mais de 4 horas sozinho)
- Medo de ser corrigido por fazer as necessidades em locais errados
- Curiosidade natural de filhotes
- Instinto de limpeza exacerbado
- Tédio provocado por falta de estímulo e poucos brinquedos adequados
- Compulsão oral (necessidade constante de estar com “alguma coisa” na boca)
- Tendência genética (Bulldog Francês Lhasa-Apso e Shih-Tzu)
terça-feira, 4 de junho de 2013
NOVIDADES SOBRE O CÃO E SUAS ORIGENS
Por Leonora Veras
Cientistas sustentam que a diferença genética entre lobos e cães é menor que 0,2%, confirmando o conhecimento de que o lobo e o cão são do mesmo gênero e da mesma espécie Canis lupus. Isso significa que o cão doméstico surgiu do lobo e que deste é, no máximo, uma raça ou variedade ou uma subespécie. Por causa disso, o antigo nome científico do cão Canis familiaris, dado por Linaeus em 1758, foi trocado para Canis lupus familiaris.
Estudo publicado na “Nature Communications” revelou que os cães teriam sido domesticados há 32 mil anos atrás, quase o dobro do que se acreditava. E isso gerou um impacto na genética dos animais e dos homens, que foi ficando muito parecida em alguns aspectos. A teoria confirma que os cães de autodomesticaram para serem mais aceitos pelos humanos, que por sua vez também se adaptaram aos animais.
Desta forma, os lobos se aproximaram dos homens pela necessidade do alimento. Supõe-se que os mais agressivos foram sendo eliminados pelo perigo que representavam, e forma sendo selecionados os animais mais mansos e adaptados ao convívio com o homem.
A domesticação impôs uma seleção nos genes envolvidos na digestão e metabolismo dos lobos domesticados, levando-os a se transformarem de carnívoros estritos para onívoros. Daí explica-se que atualmente não se deve submeter os cães atuais a dietas apenas proteica, advinda do consumo exclusivo de carne, pois eles não são possuem mais um aparelho de carnívoro estrito.
Entre as modificações, há genes que estão envolvidos no metabolismo da gordura ou amido. Um deles leva à produção da alfa-amilase, uma enzima que degrada o amido em açúcar e a maltose cadeias mais curtas de hidratos de carbono. Cães carregam muitas cópias deste gene mais do que os lobos, concluem os cientistas – e da atividade alfa-amilase em seus tecidos é cinco vezes maior.
Abrindo um parêntese nesta exposição científica, fica o fato que os animais de companhia tanto cães como gatos, pela observação no dia a dia no atendimento dos pacientes, por uma série de fatores, têm tido menos atividade para gastarem sua energia, e por outro lado, têm ingerido mais alimento do que suporta seu metabolismo. O excesso de peso, tal como ocorre no ser humano, pode estar levando ao aparecimento das doenças metabólicas, embora não seja o único fator. Mas isto é uma suposição baseada na observação, é claro que seriam necessários muitos estudos científicos para comprovar isso. Porém, não é à toa que as rações industrializadas contém em suas embalagens, a quantidade ideal a ser administrada por dia.
O resultado desta adaptação e seleção genética é que muitas doenças atuais são similares no homem e no cão. Outros genes, são ativos na região na córtex pré-frontal, onde os mamíferos tomam decisões sobre comportamento. Também ocorreu um aumento das conexões entre os neurônios.
Um gene em particular chamado SLC6A4, é responsável pela codificação da proteína que transporta o neurotansmissor serotonina, relacionado à agressão. Este gene, em outros estudos mostrou-se relacionado ao comportamento agressivo e o transtorno obssessivo-compulsivo não apenas no homem como também em cães. Devido a isso, deduz-se que hoje em dia, cruzamentos de cães agressivos, podem gerar filhotes com características insesejáveis, tornando-os pouco adaptados ao convívio social. Da mesma forma, cães que forma ao longo do tempo selecionados para luta e guarda, podem ser perigosos, e tais acasalamentos devem ser monitorados pelos criadores, evitando conflitos que geram o abandono ou sacrifício destes cães inadaptáveis.
Mudança semelhante foi constatada nos homens, indicando que nos tornamos mais tolerantes e menos agressivos, para conseguir a convivência em grupo.
Para os cientistas, o estudo da base genética de diversas doenças em cães pode ajudar na compreensão de doenças similares em humanos. O que vemos é um aumento significativo de endocrinopatias, envolvendo a tireoide, adrenais, pâncreas e sistema reprodutivo, e isto envolve homens e cães.
Existem mais de 800 raças de cães, reconhecidas por vários clubes em todo o mundo. Há alguns tipos básicos de raça que têm evoluindo gradualmente seu relacionamento com os seres humanos ao longo dos últimos 10.000 anos ou mais, mas todas as raças modernas são, relativamente, derivações recentes. Muitos destes são o produto de um deliberado processo de seleção artificial. Devido a isto, algumas raças são altamente especializadas, e há extraordinária diversidade morfológica entre diferentes raças.
Fontes consultadas:
Jornal “O Globo”17/05/2013, p. 32
sábado, 18 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Dermatites alérgicas são comuns em cães
Veterinária alerta que dermatites alérgicas são comuns em cães
31 de maio de 2009 às 4:15
Um dos problemas de saúde mais comuns entre os pets são as doenças de pele. Coceira, vermelhidão, ferida e queda de pelo são os principais sintomas de que o animal está com algum problema dermatológico. O mais comum deles é a dermatite alérgica.
Segundo a médica veterinária Sirlei Manzan, as alergias cutâneas representam 15% das consultas em sua clínica e a mais comum entre os pets é a atopia, causada pelo contato com ácaros, bolores, pólen e poeira.
Há também a alergia causada pela picada de pulga. Atualmente existem vários produtos no mercado que combatem de forma eficaz o inseto deixando o animal livre desse tipo de alergia.
Outra forma de dermatite alérgica é a alimentar. Segundo Sirlei, uma das formas de evitar o mal é dar aos pets apenas produtos destinados a eles. “Doces, pães, queijo e outros alimentos que comemos devem ser evitados”, afirmou a veterinária.
Esse é o caso da poodle Meg, a cadela de 12 anos, que, além de alergia alimentar, possui atopia. A estudante Janaína Fernandes conta que Meg sempre sofreu com coceiras pelo corpo e, com a idade, o quadro clínico piorou.
No ano passado, Janaína Fernandes decidiu fazer teste alérgico em Meg. O resultado mostrou que a poodle é alérgica a perfume, cigarro, poeira, grama, milho, cenoura e tomate. “Ela toma medicamentos à base de corticoide e come uma ração hipoalergênica. Fico agoniada quando a Meg começa a se coçar e por isso nem penso, faço qualquer coisa para que ela fique bem”, disse.
Além das alergias como a de Meg, há dermatites provocadas por tristeza, estresse, depressão e outras causas emocionais. “Todo animal que lambe a pata possui alguma doença psicológica. Nesse caso é preciso entrar com tratamentos antidepressivos e ansiolíticos”, disse a veterinária.
Micoses e piodermites são outros tipos de doenças de pele que exigem atenção. As micoses são causadas por fungos e são transmissíveis, inclusive ao homem. E as piodermites são infecções mais profundas, causadas por bactérias.
Outro tipo de doença de pele está ligado a problemas nas glândulas tireoides e na glândula supra-renal. Segundo a veterinária, as dermatites hormonais estão sempre ligadas a outros problemas de saúde como hipotireoidismo, a obesidade e problemas renais.
Doença possui dois tipos e é transmissível
Popularmente conhecida, a sarna é outro problema comum dos pets. Existem dois tipos delas, a escabiose, transmissível a outros animais e ao homem, e a demodécica, considerada mais grave e transmitida nas primeiras horas de vida da mãe para o filhote, que é amamentado.
A dona de casa Cristiane Silva descobriu que seu cachorro Fred tinha sarna demodécica na primeira semana que chegou à sua residência. O shitzu de 3 anos apresenta os sintomas da doença sempre que está com a imunidade baixa.
Cristiane já chegou a gastar R$ 700 reais por mês em tratamentos para Fred. A dona de casa conta que, quando descobriu a doença, foi muito difícil. “Tinha acabado de perder meu marido e tive que cuidar do Fred. Ele apresentava sangramento e cerca de 90% de sua pele estava com ferida”, disse.
Uma amiga da dona de casa até sugeriu que o cachorro fosse sacrificado, mas, mesmo diante das dificuldades, Cristiane não desistiu de Fred. “Acho que, por conta das perdas que tive na vida, criei um envolvimento maior com meu cachorro, é um amor incondicional”, afirmou a dona de casa.
Depois de muita luta, a doença de Fred está controlada. Cristiane segue rigorosamente as orientações da veterinária e o shitzu visita a clínica semanalmente para tomar antibióticos e remédios para aumentar a imunidade.
“Pela primeira vez, o Fred está há três meses sem ter a doença e mesmo ainda gastando cerca R$ 300 por mês, vejo que valeu a pena não sacrificá-lo. A companhia de Fred me faz muito bem. Ele é muito carinhoso.”
Formas de tratamento e prevenção das doenças de pele
De acordo com a médica veterinária Sirlei Manzan, cada doença tem uma forma de tratamento. “De uma forma geral, todas precisam de tratamento tópico com xampu. Algumas de medicação oral como antifúngicos e antibióticos, outras de reposição hormonal. E algumas alergias podem necessitar até de vacinas ou mudança drástica na dieta e no ambiente do animal”, afirmou.
Com exceção das dermatites que são de origem genética, muitas doenças de pele podem ser evitadas com cuidados simples. “É preciso manter o animal sempre limpo e em um ambiente adequado”, disse Sirlei.
Os banhos devem ser frequentes com produtos apropriados ao tipo de pelo e pele do animal. Pelos com nós ou molhados formam um ambiente propício para o aparecimento das dermatites.
A veterinária deixa uma alerta aos proprietários de cães. “Nem sempre feridas pelo corpo é sinal de dermatite. Uma doença grave e fatal para cães e humanos é a leishmaniose que tem como sintoma justamente o aparecimento de feridas pelo corpo. Por isso, o ideal é que, ao encontrar alguma ferida no animal, procure um médico veterinário o mais rápido possível”, disse Sirlei Manzan.
Fonte: Correio de Uberlândia
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